sexta-feira, 15 de agosto de 2008

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Aluguel de ações

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  • Aluguel  FII e FIP
  • Como Alugar Ações
  • Consulta de Taxa de Aluguel
  • Dividendos

Aluguel Modo Automático

Uma m mesmo. Uma dica : não coloquem a carteira de vcs no modo de aluguel automático das ações. Um colega do meu trabalho estava com várias acoes alugadas a taxas ridículas somente pq os belezoes queriam morder uma taxinha..

347748  - M Boi Mirim   -  03 Mar 2018, 00:51
Rafnob se tiver tomador a 0,01% eles aceitam e doam suas ações de maneira automática. Eles aceitam qquer negócio. Não é vc q estabelece o valor da taxa é o mercado. Furada! No limite vc está aceitando q um bear se aproveite ofereça umas taxas ridiculas para shortear uma ação do seu patrimônio..sou a favor de aluguel de ações desde que vc se sinta confortável com a taxa q o mercado está pagando.

Há anos coloco a minha carteira inteira para aluguel automático.

Fazendo contas de cabeça, em 2017 devo ter recebido de aluguéis mais que 0,4% do valor médio da carteira. 

Foi um ano acima da minha média histórica, pois já houve anos que recebi entre 0,1% e 0,2% de aluguéis.

Para mim está ótimo, pois quase não opero por falta de tempo, durante todo o ano foram apenas 6 vendas, das quais 5 liquidei um ativo da carteira (BRCR11, SAAG11, EDGA11, PRBC11 e PTBL11) e 1 reduzi o percentual no ativo (BRSR6) e 14 compras decorrentes de reinvestimento do fluxo de caixa gerado pela própria carteira, em ativos que já faziam parte da carteira desde anos anteriores (XPOM11, PABY11, ESUD11, PINE4, CGRA3 e ESUT11).

Meu horizonte para começar a reduzir o tamanho da carteira é de mais duas décadas, quando espero me aposentar. Até lá, qualquer valor entrando a mais, mesmo que a taxas ridículas, se converte em novas compras.

Tb faço assim , e gosto muito dos resultados. Pra ficar mais legal, todo final de mês faço a conta dos aluguéis e compro o saldo em CTXT11, sem olhar a cotação.

Assim tenho uma posição de FII formada apenas por aluguéis!

Dessa forma você materializa os resultados dos aluguéis.
Então o percentual de CTXT11 na sua carteira representa o quanto você já recebeu de aluguel, ou ele também tem outras origens?
Os rendimentos de CTXT11 também são utilizados na compra do mesmo ativo?
Faz isso há quanto tempo, e qual o percentual que CTXT11 representa na sua carteira?

347769  - MuadibGV  - 04 Mar 2018, 11:10
Comecei a fazer dessa forma em Nov/2015.

Reservei o CTXT11 pra isso apenas, não tem outros aportes.

Quando chega o informe anual (se chegar...) tb aporto o valor indicado dos rendimentos.

Agora está em 0,3% da carteira total de ações/fiis.

Aluguel  FII e FIP

347785  - ispholambra  -  04 Mar 2018, 23:01
Para quem mexe com aluguel de acoes, são somente as acoes que sao alugadas ou ativos como FIIs e FIPs tambem sao alugados?

347786  - alexandreimpa -  04 Mar 2018, 23:06
Até onde eu sei não é possível. Até porque, se fosse possível, não haveria esses descolamentos exagerados entre preço de emissão e negociação a mercado (por exemplo, como vimos em MFII). Se fosse possível vender a descoberto, o pessoal venderia com força naqueles preços. E nunca que chegaria a mais de 150 (nem perto disso, na realidade).

347803  - Feitumeng  -  05 Mar 2018, 16:50
Pois é, pelo menos hoje ainda não é possível. Eu já havia pesquisado isto devido à grande % de FIIs na carteira

Do site da bmfbovespa...

Ativos elegíveis

Os ativos admitidos à contratação através do serviço de empréstimo de ativos da BM&FBOVESPA, incluem, além das ações de companhias abertas listadas, ativos autorizados a critério da BM&FBOVESPA e depositados na própria Central Depositária de Ativos, livres e desembaraçados de ônus que impeçam sua circulação.

Atualmente, os ativos elegíveis são:

Ações (companhias abertas e listadas na BM&FBOVESPA);
Units (ativos compostos por mais de um tipo ou classe de valores mobiliários);
Cotas de Fundos de Índices (ETFs); e
BDRs Patrocinado (Brazilian Depositary Receipts).

http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/servicos/emprestimo-de-ativos/informacoes-1.htm

Como Alugar Ações

340009  - Chicote -  11 Jul 2017, 16:03
Opero na XP e não consigo ver a que taxa minhas ações foram alugadas. Deixo elas na opção de custódia remunerada e elas vão sendo alugadas aos poucos. De vez em quando cai uma mixaria na conta, nada que empolgue. Como vcs tem feito para alugar na corretora de vcs? Direto com a mesa ou através do HB mesmo?

No home broker da Rico você consegue ofertar/tomar e visualizar os contratos

340013  - TLT123 -  11 Jul 2017, 18:41
Spinelli é só mandar por email a oferta... cobram 20%.

353011 - dolivo -  22 Ago 2018, 15:55
Olá pessoal, me ligaram da Socopa cobiçando que eu alugasse minhas BEEF3 (Minerva). Não conheço muito o sistema de aluguel de ações, mas senti ali um 'desejo' ...qual seria a parada nisso ? Só ganhar corretagem ?

353057 - fridao  -  23 Ago 2018, 21:13
Se vc tiver uma boa quantidade e não for vendê-las, talvez seja interessante uma graninha a mais, via aluguel. Minhas maiores posições costumo disponibilizar, mas eu que determino a taxa...sempre fixo o mínimo de 10% a.a. e é possivel acompanhar as taxas no site da B3. No meu caso, se consigo alugar pelo % estabelecido, ótimo. Se não, fica na fila. O que eu não deixo é a corretora escolher a taxa...nesse caso são capazes de aluguel por 0,01%...porque o negócio deles é corretagem, etc.

Não lembro certo, mas desconfio no dia que vc fez o questionamento a taxa estava em torno de 14%.

http://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/emprestimo-de-ativos/renda-variavel/emprestimos-registrados/renda-variavel-8AE490CA64CD50310164D1EFD6412F1C.htm?data=22/08/2018&f=0

353059 - ispholambra -  24 Ago 2018, 02:42
E isso ai Fridao... quem tem para longo prazo pode disponibilizar pra alugar sim... as vezes alugo algumas...
Sempre olho as taxas e peço algo proximo as taxas maximas...
No caso de BEEF3 é 7% a.a.. o que seria um otimo aluguel...
Se olharmos para o book de alugueis de acoes... vemos que raramente uma acao tem um preço de aluguel anual superior a 5% a.a... a maioria fica em menos de 1% a.a...
Geralmente quando oferecem valores maiores para alugar e porque o papel esta com preço muito esticado...
e/ou tem probabilidade bem maior de cair do que de subir...

353067 - fridao  -  24 Ago 2018, 06:23
Karaka!

Alugueis da MPLU3 lá nas nuvens...quem tem em carteira e não vai vender, ALUGA JÁ, pelamordedeus!!!

http://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/emprestimo-de-ativos/renda-variavel/emprestimos-registrados/renda-variavel-8AE490CA64CD50310164D1EFD6412F1C.htm?data=22/08/2018&f=0

353068 - RRunner  -  24 Ago 2018, 11:37
Habilitei o serviço na XP mas não vale a pena. Eles ficam com a maior parte!

353099 - NumBroker -  25 Ago 2018, 03:43
Avisa

Aluguel de MPLU3.

Boa dica! Pena que o contrato é só de 1 mês...

353101 - fridao  -  25 Ago 2018, 04:55
Se vc tem uma boa quantidade de ações, é uma graninha extra que vai entrar. Sobre contrato de 1 mes, dificilmente alguem aluga por esse prazo, ou maiores. No meu caso, fico acompanhando quase que diariamente no CEI(Canal Eletrônico do Investidor), para disponibilizá-las novamente assim que são devolvidas. Talvez em algumas corretoras isso já fique no automático, não sei. 

353104 - NumBroker - 25 Ago 2018, 12:11
Não entendi, fridao. Geralmente devolvem antes do vencimento, é isso? Eu até pedi pro cara da Socopa ver se conseguia um contrato mais longo se tivesse tomador, mas não rolou.

O ruim que achei ruim foi a taxa de 3,5 que paguei de comissão da Socopa, mas consegui 17,5. Também tem 22,5 de imposto de renda na fonte também.

353106 - fridao  -  25 Ago 2018, 20:05
Dificilmente alguem vai ficar por um longo período com as ações que toma emprestadas, ainda mais se as taxas forem elevadas, tipo 20%. Se o tomador ficar com as ações por um prazo maior, um eventual lucro pode ser anulado pela taxa. E se a expectativa do tomador não se concretizar, pode levar prejú. Normalmente, desconfio eu, alguem percebe que uma ação vai despencar, ou porque o mercado azedou, ou porque "descobriu"/desconfiou/viu uma notícia impactante que uma empresa vai ter prejuízo, ou vai aparecer na lava jato no outro dia, por exemplo, o cara vai apostar na queda imediata da cotação. Nesse caso ele pega emprestado essa ação e vende, com a expectativa de queda no dia seguinte, por exemplo, para poder recomprá-la por um preço bem menor. Agora se essa operação falhar, a devolução normalmente é imediata, se não a taxa come a grana investida. Para taxas pequenas, digamos de 1/2% a.a., o risco de permanecer com as ações vendidas é bem menor para o tomador. Em resumo, quanto maiores as taxas, menor o tempo de duração do contrato.
Não sei se fui claro.

353108 - NumBroker -  25 Ago 2018, 22:54
Entendi, fridao. O tomador pode devolver antes dos 30 dias do contrato quando ele ver que vai tomar ferro. Quero acreditar que isso vai acontecer se a cotação der uma subida. Ganha nas duas pontas né?

348080  - RRunner   -  15 Mar 2018, 00:48
Eu tenho Fallas ... eles alugam e te dão uma mixaria. Minhs QGEP3 ficaram alugadas por quase 2 meses e não deu R$ 5,00

Sinceramente ? Não vale a pena!

348048  - Fallas  -  14 Mar 2018, 17:49
[...]
Sei que aluguel de ações rende zero vírgula nada, mas tô achando atraente.

Alguém tem experiência com essa custódia remunerada da XP? Sobre a parcela da carteira que se mantém alugada e sobre as taxas?

Alguem aqui opera com aluguel de acoes?Eu queria a indicacao de uma corretora aonde eu possa estabelecer o percentual de aluguel que eu quero para a acao...Na Socopa antes eu podia estabelecer... agora e só a mercado... dai enche o saco porque so aluga por mixaria...Se alguem souber de uma corretora aonde eu possa estabelecer o percentual que eu desejo, se ainda houver alguma, eu agradeço!!!Na Ágora consegui que fizessem ao patamar mínimo de 0.5%, mas não sei se foi um caso à parte.



1)"Estou pensando em alugar (posição de doador) as VALE5 que possuo, mas não tenho muita noção do retorno da operação. Opero pela Banif, dei uma olhadela no tutorial disponível, mas é muito superficial. Alguém sabe qual a taxa (remuneração) anual paga pelo aluguel de VALE5? Há liquidez nessas operações (é "rápido" alugar)? lguém já passou pela experiência de alugar (ponta doadora) através da Banif? Caso a resposta seja positiva, há muita burocracia ou é uma operação rápida/fácil?" a) " eu opero pelo Banif na ponta doadora e é muito fácil. Primeiro é só assinar o contrato de aluguel e mandar pra lá (só precisa fazer isso uma vez). Depois manda um e-mail com as informações necessárias contendo o ativo, quantidade, prazo e se a operação é reversível ou não. Só tem um porem: você tem que possuir pelo menos 15.000,00 em ações do ativo que quer alugar. Em cima da taxa que você colocar eles jogam 20% para o tomador e quando as ações voltam para você o dinheiro é creditado em sua conta. Para Vale, acho que vale mais a pena lançar opções. Para ativos com taxas mais altas vale a pena alugar." b) "A Banif cobra 20% do aluguel efetivamente recebido, isto é, se quer alugar por 2%/ano - eles cobram da ponta tomadora 2,5%. Não existe burocracia nenhuma. O investidor dá ordem de aluguel das ações e não as pode movimentar até ao término do contrato. Usualmente os contratos na ponta tomadora preferem o direito de as devolver a qualquer momento. Os rendimentos do aluguel são tributados como Renda Fixa, tudo calculado pela Corretora e já lhe chega liquido. Todas as movimentações são acompanhadas pelos extratos da CBLC. Existem dois modelos de cobrança pelo serviço, entre as Corretoras que cobram por este serviço a) O modelo Banif que incide uma taxa sobre o volume total b) O modelo (ex. TOV) que cobra R$5,00 por operação, independentemente de volume/tempo. As blue chips usualmente pagam pouco pelo aluguel; Caso pretenda melhorar a rentabilidade em Vale talvez valha a pena vender coberto opções distantes de serem exercidas. Pessoalmente pareceu-me cobrar 20% por este serviço um valor alto... mas não tenho ainda volume suficiente para comparação. Caso alguém tenha feito uma análise e queira contribuir, agradeço."

340181  - merkurius  -  18 Jul 2017, 16:45
" ... o processo de empréstimo de ações envolve a transferência temporária da propriedade para o tomador. Assim, direitos, como o de voto, por exemplo, passam a ser exercidos pelo tomador, caso não tenham vendido a ação. Com respeito aos proventos, entretanto, como os dividendos e os juros sobre capital próprio, o Banco de Títulos se encarrega, nos termos do contrato de aluguel das ações, de reembolsar o doador e debitar os valores do tomador. No que se refere aos eventos realizados em ativos, como as bonificações, grupamentos e desdobramentos, o investidor doador recebe os ativos objeto do empréstimo com as quantidades ajustadas..."
http://www.portaldoinvestidor.gov.br/menu/Menu_Investidor/funcionamento_mercado/emprestimo_acoes.html

168597 - HansDorf - 22 Fev 2013, 17:32
Como sou investidor de longo prazo resolvi partir para o aluguel das minhas ações. Todavia, como será a primeira vez que realizo tal operação, fiquei com uma dúvida quanto à taxa cobrada pela minha corretora, no caso o HSBC. Liguei para a mesa e me foi informado que a taxa de corretagem corresponde a 20% do valor recebido em cada operação. Assim, por exemplo, se eu receber R$ 1000,00 pelo empréstimo, R$ 200,00 serão da corretora. Achei o valor meio pesado, saberiam me informar se esta realmente é a taxa usualmente cobrada no mercado?

Consulta de Taxa de Aluguel

346028  - frango0   -  11 Jan 2018, 15:36
Pessoal que site usam para ver as taxas de aluguel de acao? Estou pensando como uma alternativa para longo prazo Obrigado

346030  - Feitumeng   -  11 Jan 2018, 16:07
Boa tarde, pode checar taxas específicas no próprio site da bovespa
Primeiro > http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/servicos/emprestimo-de-ativos/emprestimos-registrados.htm

Ai escolhe a primeira letra do nome da empresa a qual quer consultar

Por exemplo E de EZTC3 te leva a esta página > http://bvmf.bmfbovespa.com.br/BancoTitulosBTC/EmprestimoRegistrado.aspx?idioma=pt-br&consulta=E

Ai você daria um scroll down até achar a empresa buscada.

Por exemplo, EZTEC te leva a esta página > http://bvmf.bmfbovespa.com.br/BancoTitulosBTC/EmprestimoRegistrado.aspx?idioma=pt-br&empresa=EZTEC

Ai, finalmente você terá as taxas Mínima, Média e Máxima de 1 dia útil e a média de 3 &15 dias úteis

Dividendos

Uma pergunta (provavelmente já debatido aqui);
Doei algumas ações para aluguel...se nesse espaço em que o tomador está com elas, ocorrer o pagamento de dividendos, como fica?

340183  - SS2010   -  18 Jul 2017, 18:27
São seus de direito. Já tive vários momentos iguais ao seu e sempre os recebi sem problemas.

340218  - Bacana Oliveira -  20 Jul 2017, 02:07
Vc recebe os dividendos

sábado, 9 de agosto de 2008

Contato

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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Ebitda

'Ebitda' é a sigla em inglês para earnings before interest, taxes, depreciation and amortization, que traduzido literalmente para o português significa: Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização" (Lajida). Termo muito utilizado por analistas financeiros na análise de balanços de contabilidade de empresas de capital aberto. Para se chegar ao Ebitda de uma empresa ou empresas, é preciso utilizar a seguinte conta: lucro bruto menos as despesas operacionais, excluindo-se destas a depreciação e as amortizações do período. Dessa forma, é possível avaliar o lucro referente apenas ao negócio, descontando qualquer ganho financeiro (derivativos, aluguéis ou outras rendas que a empresa possa ter gerado no período). O cálculo do EBITDA se resume ao Lucro Operacional Líquido antes dos impostos e somam-se os juros, a depreciação e a amortização. Como se determina o Ebitda no resultado do exercício de uma empresa Receita Líquida de Vendas ................................ 100.000 (-) Custo dos Produtos Vendidos ........................ (40.000) Lucro Bruto ...................................................... 60.000 (-) Despesas Operacionais Vendas ............................................ (20.000) Administrativas e Gerais ..................... (6.000) Financeiras (Juros) ............................. (2.000)......(28.000) Lucro Operacional ............................................... 32.000 Calculo do E.B.I.T.D.A. Lucro Operacional................................................. 32.000 (+) Deprec./Amort. no CPV e DO ............................ 3.000 (+) Juros ............................................................... 2.000 EBITDA................................................................ 37.000 

Para que serve o Ebitda?
Usado isoladamente e sem critério, ele não é suficiente para analisar uma empresa Publicidade Por Cláudio Gradilone Imagine dois motoristas de táxi que dirigem carros iguais, comprados no mesmo ano. Ambos trabalham no mesmo lugar e têm receitas e gastos semelhantes. A única diferença entre eles é que o primeiro guarda, todos os meses, 5% do que ganha para comprar um carro novo, ao passo que o segundo não faz essa poupança. Se um gerente de banco só tivesse essa informação financeira, como decidiria a qual motorista emprestar dinheiro? Ou, se fosse um investidor e tivesse apenas esse número em mãos, qual deles receberia o dinheiro? Em termos bastante simples, essa questão resume a principal discussão que está ocorrendo neste momento em que os balanços têm sua validade contestada e os investidores relutam em comprar ações. Qual é o melhor método de avaliação de uma empresa? Contadores e investidores vêm debatendo se avaliar apenas o resultado operacional de uma companhia é suficiente para determinar a qualidade do negócio. Mais especificamente, o que os especialistas analisam é a capacidade de um indicador conhecido como Ebtida, sigla para o inglês de Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, de antecipar, sozinho, se uma companhia vai bater a concorrência ou se está fadada a freqüentar as colunas de falência dos cadernos de economia dos jornais. Desde o começo dos anos 90, o Ebitda (pronuncia-se ebítida ou ebidá) vem sendo cada vez mais utilizado na hora de analisar uma empresa. "O Ebitda mostra o potencial de geração de caixa de um negócio, pois indica quanto dinheiro é gerado pelos ativos operacionais", diz Ariovaldo dos Santos, professor de contabilidade da Universidade de São Paulo e responsável pela elaboração do anuário Melhores e Maiores, de EXAME. "O que vem sendo discutido é até que ponto o Ebitda é suficiente como regra de decisão sobre o futuro de uma companhia." Para compreender o Ebitda, também conhecido no Brasil pela pouco empregada abreviatura Lajida, não é necessário obter um diploma de contador. Ao contrário, é possível entender com base no exemplo inicial dos táxis, pensando neles como empresas dedicadas à prestação de serviços de transporte. Esse serviço gera uma receita, que são os pagamentos dos passageiros. Entre ela e o lucro líquido -- quanto cada taxista de fato levou para casa no fim do mês -- há diversos custos, que as normas contábeis separam por tipo para facilitar a análise do negócio. O primeiro são os custos do serviço prestado. Entram nesse item, por exemplo, a gasolina e o óleo lubrificante. Subtraindo-se esse custo da receita de serviços, obtém-se o lucro bruto. Há outros custos além do dos serviços, mas eles não são constantes e por isso são contabilizados no item "outras despesas". No caso do táxi, um bom exemplo são os gastos eventuais com estacionamento. Outro componente do item "outras despesas" é um dos mais importantes para qualquer empresa, o endividamento. Se o motorista serviu-se de um financiamento para comprar o carro e tem de pagar juros e amortizar a dívida, esses gastos são contabilizados como despesa financeira. Subtraindo-se todas essas outras despesas do lucro bruto se chegará ao resultado operacional (que pode tanto ser lucro quanto prejuízo). O Ebitda fica exatamente aqui, com a importante diferença de que ele não considera os gastos financeiros. "O Ebitda indica quanto dinheiro os ativos operacionais de uma companhia produzem", resume o professor Ariovaldo dos Santos. Há mais alguns passos entre o resultado operacional e o resultado final. Ainda é preciso contabilizar outras despesas, como a depreciação, que mede o desgaste do carro pelo uso. No fim de tudo é hora de acertar as contas com o Leão para chegar, finalmente, ao lucro líquido. O dinheiro percorre muitas etapas desde a hora em que é registrado como faturamento até chegar à ultima linha do balanço. É possível ser muito flexível na hora de contabilizar as despesas financeiras e de depreciação. Na hora de pagar impostos, então, nem se fala, mesmo na hipótese de que tudo seja feito estritamente de acordo com as regras. "Há um grande espaço para interpretações entre o resultado operacional e o lucro líquido", diz Fernando Musa, diretor da consultoria americana Monitor Group, especializada em assessorar compradores e vendedores de empresas. "Mesmo que não haja irregularidades, o lucro pode variar muito de um ano para outro, dependendo das premissas de onde o contador partiu." A estratégia de internacionlização das empresas, via aquisições no exterior, tornou a situação ainda mais complexa. As formas de contabilizar depreciação, dívidas e impostos só são comparáveis dentro de um mesmo país. Quando a economia se globaliza os mesmos números passam a mostrar informações muito diferentes. "No Brasil, a depreciação dos ativos pode ser contabilizada em até dez anos, ao passo que nos Estados Unidos esse prazo é muito menor", diz Ariovaldo. Para voltar aos táxis: um motorista americano teria de "trocar" contabilmente seu carro em intervalos muito mais curtos do que um taxista brasileiro, e seu lucro seria aparentemente bem menor. Além disso, seu táxi ficaria mais "velho" muito mais depressa que o do brasileiro. Aplique-se esse raciocínio a uma fábrica completa, uma empresa de energia ou uma companhia de petróleo -- todas elas operações com milhares de partes interligadas e uma quantidade colossal de capital investido em equipamentos --, e dá para ter uma idéia aproximada de como é difícil avaliar, contabilmente, o valor de uma empresa em outro país. "Nesse aspecto, o Ebitda é um instrumento muito mais fácil de trabalhar", diz Musa. Segundo Musa, o Ebtida não é afetado por variáveis específicas de cada país, como taxas de juro, regras de depreciação e, principalmente, as complexas diferenças entre as leis tributárias. Tudo isso torna muito mais difícil fazer qualquer projeção sobre os resultados futuros da empresa. "O Ebitda é uma variável operacional e muda pouco de ano para ano e de país para país", diz Musa. "Por isso, ele é uma ferramenta muito útil quando uma empresa resolve comparar-se com um concorrente ou globalizar suas operações." Há outras vantagens. "O Ebitda permite usar o passado para estimar o futuro, o que é algo difícil na contabilidade", afirma Haroldo Mota, gerente financeiro e de planejamento da TIM Maxitel, empresa de telefonia celular da banda B de Minas Gerais. "Com ele, é possível conciliar as estimativas futuras de fluxo de caixa com o resultado obtido em exercícios passados." Segundo Mota, é por causa desse poder de análise que o Ebitda ganhou tanta relevância nos últimos anos. "No começo dos anos 90, quem fizesse uma palestra sobre a empresa e falasse de Ebitda não seria entendido por ninguém", diz ele. "Hoje ocorre o contrário, se você não falar do Ebitda é que ninguém vai entender." A TIM Maxitel usa o Ebitda para estabelecer suas metas de resultado. As empresas de telefonia da banda B têm um Ebitda médio que oscila ao redor de 35% do faturamento. Ou seja, cada real de serviços de telefonia cobrados gera 35 centavos em caixa. "Nós usamos esse indicador na hora de estabelecer as metas de desempenho para o ano", diz Mota. A preferência explica-se porque o lucro depende de decisões que vão além da eficiência operacional. Por exemplo, se a TIM Maxitel -- que é uma sociedade anônima de capital fechado, sem ações negociadas em bolsa -- oferecerá um dividendo maior aos acionistas italianos que a controlam ou se investirá na expansão de sua área de cobertura. Além disso, o que interessa de fato é saber se a empresa será capaz de gerar caixa suficiente para investir, pagar as dívidas e ainda remunerar os acionistas, especialmente num setor que demanda tanto capital como o da telefonia celular. Se há tantas vantagens, por que as críticas ao Ebitda? Voltemos ao exemplo dos táxis. Os dois motoristas compraram seus carros no mesmo momento, mas o primeiro reserva uma fatia de 5% do que ganha para substituir o carro e o outro não. Ambos têm receitas (as corridas) e despesas (o combustível) iguais. O resultado gerado diretamente pela principal atividade é equivalente: o Ebitda dos dois motoristas é igual. No entanto, o primeiro taxista guarda dinheiro para trocar de carro. Ao fazer isso, ele está reconhecendo que o veículo que usa para trabalhar se deprecia e está se preparando para essa despesa. "Reservando uma parte da receita para trocar de carro, o primeiro motorista vai compensar a depreciação", afirma Ariovaldo dos Santos. "Mas seu lucro será menor no fim do mês." Por isso, no curto prazo é mais negócio apostar no táxi cujo motorista não guarda dinheiro, pois seu lucro será maior e ele terá mais facilidade para pagar empréstimos e dividendos. O problema é que, depois de cinco anos, o taxista terá um carro usado e precisará tomar dinheiro emprestado para substituí-lo, elevando seu risco no longo prazo. "Essa diferença não aparece olhando-se apenas para o Ebitda", diz o professor Ariovaldo. Foi essa imprecisão que gerou as resistência ao Ebitda como o indicador "definitivo" para avaliar a saúde de uma empresa -- o mais famoso desses críticos é Ram Charam, ex-professor da Harvard Business School e consultor de executivos como Jack Welch, da GE. "As empresas têm de voltar a indicadores mais básicos, como entrada e saída de dinheiro do caixa", escreveu recentemente Charam na revista Fortune. Segundo Eduardo de Oliveira, sócio responsável por finanças corporativas e reestruturação de empresas da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu, a ênfase excessiva na geração de caixa levou a alguns dos maus negócios dos anos 90. "As pessoas começam a usar o Ebitda como se fosse uma medida exata de valor de empresa, mas ele é um instrumento que mostra, quando muito, se o negócio deve ou não ser analisado a fundo", diz Oliveira. Além disso, o Ebitda não considera o endividamento. "Isso não é um problema quando o capital é abundante e barato, pois a idéia é que é possível rolar qualquer dívida a um preço menor se a empresa for comprada por uma concorrente maior ou mais lucrativa", diz Oliveira. "Só que tudo muda quando o crédito está mais apertado, como agora." Outros especialistas vão além. "O Ebitda não interessa tanto assim a um investidor minoritário de longo prazo, que está preocupado mesmo com a política de dividendos da empresa", afirma Sidney Ito, sócio da empresa de consultoria KPMG. "Não dá para seguir adiante numa negociação de compra ou em uma análise de investimento sem olhar outros fatores como o endividamento e a estrutura de capital da companhia.

32213 - agressivo - 05/Abr/2010 21:22
citação: Iorremar
citação: agressivo2Iorremar, Prof Paulo, vocês poderiam me explicar como é calculado o IR/CS de uma S.A? Vocês calculam o EBTIDA das empresas ou pegam facilmente de algum site?
abraços.
Desculpe a demora, ontem estive na correria, não consegui entrar no fórum.
Bom, o H-Trader e o Prof. Paulo já esclareceram boa parte da sua dúvida com propriedade.
Tenho a adicionar o seguinte, para apuração do IR tem o LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real), onde são feitos alguns ajustes, soma-se ao lucro a CS, pois, ela é calculada por dentro e contabilizada como despesa, as despesas indedutiveis, os proventos desde que contabilizados como despesa no período. Assim temos o lucro real que ainda pode ser diminuido pela compensação de prejuizos anteriores.
Depois de calculado o IR este ainda pode ser aumentado ou diminuido pelo IR diferido.
A CS basicamnte é calculada sobre o resultado operacional e tambem pode ser aumentada ou diminuida pelo diferido.
No que diz respeito ao EBTIDA, ele nada mais é do que o resultado operacional acrescido das despesas não desembolsáveis, depreciação, amortização, juros de empréstimos e financiamentos de LP, etc., tome cuidado com este indicador, não adianta a empresa gerar muito caixa e gastar equivalente.
De 2008 pra cá temos a Demonstração do Fluxo de Caixa (que substituiu a DOAR, que não servia para nada), nela vc pode ver quanto a empresa gerou e caixa e tambem como ela gastou o dinheiro, esta declaração é obrigatória e esta na pagina inicial da empresa na bovespa.
Abraço.
Valeu Iorremar, estou salvando todos os posts. Alguns detalhes tem que ser analisados com mais calma. Esse tal de diferido mesmo, tenho que ler um pouco mais. Agora mesmo quando estava lendo seu post, estou analisando as demonstrações de fluxo de caixa de uma empresa e, estou tentando saber se o valor das Depreciações/Amortizações constantes neste demonstrativo compreendem todas as depreciações tanto de bens e instalações quanto das depreciações de bens em geral utilizados na administração e em vendas.
abraço.

48599 - paulo_prof- 03/Out/2010 19:26
citação: GEORGE CAVALCANTIProf, onde voce encontra o EBTIDA das empresas
grato + uma vez

Os sites especializados calculam uma aproximação para o EBIT subtraindo, do resultado bruto, as despesas com vendas e gerais e administrativas. Uma outra aproximação seria subtrair, do Resultado Operacional, o Resultado Financeiro. Para se obter o EBITDA, seria necessário conhecer as despesas de Depreciação e Amortização. Infelizmente, as regras de contabilidade a serem aplicadas na Demonstração de Resultados, não obrigam que as despesas de Amortização e Depreciação sejam especificamente informadas. Seria o ítem 3.06.02.03 dos ITRs ou DFPs. Aparentemente, somente as concessionárias de eletricidade, água e gás são obrigadas a discriminar o ítem.

Na minha planilha, a informação relativa ao EBITDA foi na maioria dos casos retirada diretamente dos Relatórios/Releases. Quando não há Relatórios/Releases, é normalmente possível obter-se a informação relativa à depreciação nas Notas Explicativas. Mas o caminho é tortuoso e dá trabalho. Como não dá para obter o ítem automaticamente, os sites especializados são obrigados a ignorá-lo.

146158 - paulo_prof -  26 Ago 2012, 22:25
Moderador
Citação: Ray Invest
Citação: paulo_prof
Citação: Ray Invest
Então Professor, gostaria de conferir se entendi:

A) As dívidas simplesmente não entram nessa conta depreciação e amortização, sem impacto nenhum no ebitda, pelo que entendi...? 

B) Os juros sobre dívida tem impacto no ebit...?

Mais uma vez obrigado, pelos ensinamentos e paciência.


Se Ebit = Earnings before interests and taxes = Lucro Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos e
Ebitda = Earnings before interests, taxes, depreciation and amortization) = Lucro Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos + despesas de depreciação e amortização

fica claro que os juros (interests) não impactam nem um, nem outro.

O Ebitda, no fundo, é o que a empresa gera para poder remunerar o capital, seja o capital próprio (na forma de dividendos e JCP), seja o capital de terceiros (na forma de juros).

Acho que não coloquei de forma clara minha dúvida, já que não sou um expert em contabilidade, hehe:
Na "reconstituição" do ebit os juros "seriam" acrescentados? (Já que Laji = Lucro antes de juros e impostos).

Uai ... se Ebit/Laji é lucro antes de juros e de impostos, o Ebit/Laji tem que independer do resultado financeiro em geral, ou juros em particular, não?

Se vc considerar acrescentar o resultado financeiro, deduzir os impostos e as participações do ebit/laji, vc obterá o lucro líquido.

O ebit/laji é a soma dos resultados operacional e não operacional propriamente ditos, ou seja, é o resultado antes dos impostos e participações menos o resultado financeiro.

153426 - ghfranco -  24 Out 2012, 13:23
Após abusos, cálculo do Ebitda agora é lei

A Comissão de Valores Imobiliários (CVM) editou uma instrução regulando o uso do criticado mas popular Ebtida, após algumas companhias o terem usado de forma inadequada. Quais suas vantagens e desvantagens? O indicador não leva em conta os gastos com investimentos. Assim, quais as empresas da bolsa investem mais?

A CVM por intermédio da Instrução 527, de 4/10/12, regulou como as empresas devem calcular o indicador Ebitda (“earnings before interest, taxes, depreciation and ammortization”) ou, em português, Lajida (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização). Os atos da CVM — instruções, pareceres de orientação, deliberações e notas explicativas — não são tecnicamente leis, mas compõem a legislação que rege o direito societário brasileiro junto com a lei das sociedades anônimas (Lei 6.404/76) e outras leis esparsas. 

O Ebitda é uma medida simplificada de geração de caixa que se popularizou a partir da década de 90 com a internacionalização dos mercados e as diferenças entre as taxas de depreciação e alíquotas de impostos dos vários países. Além disso, o Ebitda é mais apropriado para analisar companhias endividadas, cujos resultados financeiros reduzem sobremaneira o lucro líquido (quando não geram prejuízos), tornando o uso do múltiplo mais tradicional, o P/L (preço por lucro), inaplicável.

Por outro lado, embora tente medir a geração de caixa das empresas, o Ebitda não pode ser confundido com o fluxo de caixa livre, pois não leva em conta diversos itens como, por exemplo, os investimentos.

Em regra, as companhias mais intensivas em capital tendem a apresentar uma margem Ebitda (representada pelo Ebitda sobre receita líquida) maior de forma a suportar os dispêndios com investimentos. Tomando-se por base as companhias que compõem o índice acionário IBrX, Petrobras (PETR4) e Vale (VALE5) aparecem como as companhias que mais investem tanto em termos absolutos quanto relativos (investimentos sobre receita).

Dada a maior dificuldade para calcular o fluxo de caixa, o uso do Ebitda se disseminou. Até mesmo as instituições financeiras, para conceder crédito, utilizam o indicador como forma de medir a capacidade de pagamento das companhias. Para esse fim, o múltiplo ‘dívida líquida sobre Ebitda’ é muito difundido.

Contudo, nos últimos tempos, o Ebitda vinha sendo elaborado de forma muito particular e divergente entre as empresas, prejudicando a comparabilidade do indicador entre as companhias.

Buscando padronizar o cálculo, a CVM editou a Instrução.

Agora, quando for informado no formulário de referência, no relatório de administração, em prospectos, nos “press releases”, em comunicados ou em outros documentos públicos, o cálculo do Ebitda deve tomar por base exclusivamente as demonstrações contábeis oficiais. O Ebitda “oficial” será o resultado líquido do período acrescido dos tributos sobre o lucro, das despesas financeiras menos as receitas financeiras, das depreciações, amortizações e exaustões. O Ebitda “oficial” não pode excluir qualquer item não recorrente, não operacional ou de operações descontinuadas.

Contudo, a administração, de forma a apresentar um indicador que mostre o potencial de geração bruta de caixa, pode fazer ajustes incluindo ou deduzindo itens desde que esses constem das demonstrações contábeis. A administração deve descrever sua natureza e a justificativa para o ajuste. Essa medida deve reduzir a banalização da definição de itens como não recorrentes. Tal Ebitda deve ser identificado pelo termo “ajustado”.

Outro ponto importante é que tanto o Ebitda “oficial” quanto o ajustado deve ser verificado pelo auditor independente da companhia, o que também tende a evitar exageros.

A forma de cálculo definida pela CVM passa a valer para as divulgações efetuadas a partir de 1º de janeiro de 2013. Assim, os indicadores referentes às demonstrações encerradas em 31 de dezembro de 2012 já deverão obedecer a essas regras.

Caso queira saber mais sobre Ebitda, acesse os posts “Como ler o múlltiplo FV/ Ebitda?”, de 15/09/2011, e “O impacto do endividamento sobre o múltiplo FV/ Ebitda”, de 02/01/12.

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