quarta-feira, 5 de junho de 2019

Aplicações

Assuntos Comentados

  • Rentabilidades
  • Tesouro Direto (TD)
  • Boas Opções de Investimentos de Resgate Rápido
  • Qual montante de dinheiro voces acham viavel operar com tres, dois até um papel
  • Imóvel
  • FII
  • Ouro
  • Renda Fixa
  • Simulações
  • ETF
  • Hedge

Prof. Paulo e demais colegas do fórum, em que ativos vcs aconselhariam a aplicaçao de 50.000,00? Muito obrigada, C4
C4, como vc espera que alguém responda com minima propriedade, sem ter noção de qual é a sua?

Qual é o horizonte (prazo) para este investimento? Vc pode necessitar de todos ou parte dos recursos antes de findar este prazo ?

Qual é o nível de risco no qual vc ainda se sente confortável? Vc admitiria perder, digamos, até 50% do valor investido em termos reais ao final do prazo estabelecido?

Qual é o objetivo que vc quer atingir? crescimento de capital? proventos/rendimentos semestrais/anuais?

Vc terá tempo de acompanhar o mercado, acompanhar o ativo e intervir se julgar necessário?

... e por aí vai!

Vc já tem uma ideia do tipo de ativo no qual vc quer investir (renda fixa, FIIs, ações, FIPs, etc.)? 
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Rentabilidades

Fundos de ações (31,6%) e Bolsa (26,9%) foram os investimentos que mais renderam em 2017
Eis os investimentos e as aplicações que mais renderam este ano:

Fundos de ações indexados, 31,6%
Bolsa, 26,9%
Ouro, 13,7%
Fundos multimercados livres, 13,1%
Tesouro Selic,9,8%
CDB 90% do CDI, 8,9%
LCI 80% do CDI,7,9%
Poupança, 6,6%
Fundos cambiais, 3,4%
Dólar, 1,8%

A inflação do ano foi de 2,5%.


Tesouro Direto (TD)

Paulo_prof

Aproveitando o assunto Titulos do Tesouro.
Tenho títulos "Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2025" e "Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2027".

As compras foram realizadas em diversas ocasiões entre jun/2015 e jan/2017.
A taxa obtida variava entre 13$ a 17%, sendo a taxa média para as NTNF2027 de 12,35% aa e para as NTNF2025 de 14% aa.

Titulos comprados a, por exemplo, R$ 898,00 (NTNF2017) e R$ 844,00 (NTNF2025) hoje tem preço de resgate de R$ 1.140,06 e R$ 1.134,70 (ambos com um deságio de aprox. R 30,00 na recompra)

Vale a pena manter, considerando que a SELIC baixou bastante ou vender ?
Objetivo é rentabilidade.
Como não tenho Tesouro Direto no momento, não estava acompanhando ...

Dei uma olhada na rentabilidade dos títulos e a figura abaixo retrata o status quo.
NTNF5cf80531078f2.png
A pergunta é: as taxas de juros vão fazer fundo, ou quando encontrarem o fundo vão ricochetear de volta para a faixa dos 8,8%?

Se vc acha que há uma boa chance das taxas continuarem caindo e fazerem um novo patamar abaixo dos 8%, vc deve esperar.

Se vc acha que há um considerável risco da taxa voltar aos 8,8-9% de uma só tacada, pode valer a pena vender e comprar outros ativos.

Pessoalmente, nunca compraria NTNBs com rendimentos na faixa atual (abaixo dos 7% líquidos).
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Professor e quem mais quiser opinar.

Entre 2015 e 2016 comprei Tesouro IPCA 2035 e 2045 com taxas que variam de IPCA + 7,5% e 6%.

Dobrei o capital com essas compras.

A dúvida é manter ou desfazer essas posições.
IPCA + 7,5% foi o que você comprou, mas o que vale agora é o juros atual: IPCA + 4% (menos na verdade). A análise que você tem que fazer é se você quer manter um título de IPCA + 4%. Eu venderia, porque acho que esperar até 2035 com 4% não vejo vantagem. Mas isso depende dos seus objetivos com o investimento.

Aqui explica melhor http://investidorderisco.blogspot.com/2017/02/para-quem-conseguiu-comprar-tesouro.html  

361721  - eduardojose  -  04 Jun 2019, 16:41
Escalador, confesso que não entendi.
Se eu comprei um título IPCA + 7,5%, não é isso que ele vai me pagar lá no vencimento?

361723  - mostarda2  -  04 Jun 2019, 17:00
Se levar até o vencimento, sim. Contudo, no momento grande parte da valorização já foi antecipada graças à queda dos juros, ou seja, você ganhou até o momento acima do contratado.

361742  - paulo_prof -  05 Jun 2019, 00:20
Se não estou enganado, a NTNB 2045 começou a ser vendida em 2017 ...

Supondo as NTNB 2035 que vc comprou também sejam principais, até o momento de fato vc ainda nada lucrou. A duplicação de seu capital é virtual. Há que se considerar também que, tendo comprado entre 2015 e até maio de 2017, o Leão vai levar 15% do lucro decorrente de eventual venda.

Ou seja, as suas opções são:

a) manter os títulos esperando que valorizem mais (isto ocorrerá se as taxas de mercado diminuírem) para vende-los com maior lucro, ou eventualmente mante-los até a maturidade e ganhar o IPCA+juros contratados (menos 15% de IR); ou

b) vender (pagando o imposto) e aplicar o resultado em investimento alternativo; neste caso, como opina o escalador, depende dos seus objetivos.

361746  - eduardojose -  05 Jun 2019, 12:38
Sim, as NTBN 2045 comprei em 2017.

Estou na fase da acumulação ainda, então não teria problema em vender.

Minha dúvida é saber se a hora de vender de fato chegou, ou se ainda existem espaço para mais valorização, e onde realocar.

Ontem, acabei vendendo 20% das NTNB 2035.

361748  - paulo_prof   -  05 Jun 2019, 13:55
Pessoalmente, nunca considerei comprar NTNBs visando embolsar juros. A razão é simples: como o IR incide sobre a correção da inflação, a taxação efetiva é excessiva.

Veja o exemplo da NTNB 35. Hoje paga 3,95%.

Suponha um IPCA médio de 4% (nos últimos 12 meses emplacou 5%!!!).

Em consequência, o rendimento nominal seria de 1,04*1,0395-1 = 1,081-1 = 8,1% a.a.

Deduza o IR para obter (1,081-1)*0,85 = 6,89%

Desconte a inflação para obter 1,0689/1,04 - 1 = 2,78% de rendimento real !!!

Ou seja, se os juros das NTNB 35 permanecerem constantes e iguais a 3,95% e a variação anual média do IPCA for de 4%, o investimento dará um retorno anual real médio de "apenas" 2,78%.

No meu caso, portanto, o racional de investimentos em NTNBs sempre foi o de uma perspectiva de valorização do ativo em consequência de juros declinantes na economia.

Para comprar uma NTNB 35 hoje, eu teria que acreditar que no curto prazo (faixa de um a 1,5 anos) a taxa de juros possa cair dos atuais 3,95% para, por exemplo, algo na faixa dos 3,60%. Nestas condições, além dos juros pífios, haveria um bom ganho de capital.
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Boa noite, tenho investimento em TD mais ou menos: 30% ipca 2024 30% ipca 2035 40% prefixado 2023 Pergunta: vale a pena trocar tudo por um investimento de 1% ao mês líquidos? Considerando que este investimento teria risco zero? Abs Rodrigo  
Ao efetuar as aplicações acima, quais objetivos vc prentendeu atingir? Vc investiu visando ganho de capital no curto ou médio prazo, ou visando um pé de meia para a aposentadoria?

Se vc for liquidar os investimentos em TD hoje, quanto vc pagará de IRPF sobre o valor corrente?

Depois de receber os recursos de volta, em um ano, o que vc pretende fazer com os mesmos?

Qual é a sua tolerância ao risco? Vc tem alguma parte do seu patrimônio em Renda Variável?

346346  - paulo_prof  -  19 Jan 2018, 13:46
Considerei:

a) um horizonte de aprox. 5 anos (JAN 2023)

b) inflação anual de 6% (alterado em relação aos originais 3%)

c) taxas de retorno dos títulos constantes, iguais aos valores correntes

d) IR de 17,5% sobre eventual resgate das aplicações correntes

e) investimento alternativo rendendo 12,68% líquidos de IR durante UM ÚNICO dos 5 anos

f) re-investimento nos mesmos títulos em JAN 2019, na mesma proporção dos resgates líquidos hoje

Como antecipado, as contas anteriores tinham um erro no IR no resgate do reinvestimento em títulos públicos ... As conclusões corretas seriam:

Nestas condições (e se não errei nas contas de novo) o investimento nas LTN até o vencimento dá um rendimento MENOR do que sair, fazer o investimento alternativo, e re-entrar em JAN 2019 até o vencimento em JAN2013.

Já o investimento nas NTNBs principais, depende da taxa de inflação .. para uma taxa constante de 6% durante os 5 anos, as duas opções de investimento fornecem aprox. o mesmo retorno. O investimento original é marginalmente melhor. Para uma taxa de inflação acima dos 6%, o investimento original é melhor. Quanto menor a taxa de inflação abaixo dos aprox. 6%, melhor é o investimento alternativo.

Evidentemente, também, quanto maior for o prazo do investimento alternativo além do 1 ANO original, melhor.

Pelo risco zero acho que seja uma boa, mas o título pode render mais a depender da variação da taxa de juros. Se o IPCA 2035, por exemplo, a taxa cair pra uns 4,5%, o preço do título deve subir uns 10% a 15%. Os outros dois títulos eu trocaria porque eles tem menos potencial de valorização. E corre o risco das taxas não caírem ou até subirem. Outro ponto é que o título pode resgatar a qualquer momento. Não sei se esse outro você poderia resgatar antes de 12 meses em caso de necessidade.

Bom dia Professor,

Efetuei estes investimentos em TD em meados de 2016. Investi pensando em ganho de capital mesmo, mas sempre com o objetivo de fazer este pé de meia. Ontem venceu uma LCI de 2 anos que me remunerou 16,5% líquidos/ano. (bons tempos). Mas daqui pra frente pode-se dizer que a mamata acabou. Tenho hoje a composição abaixo:

30% Em TD
30% Em Ações
20% em FII
20% em LCI/LCA

Esse "investimento" na verdade é um contrato de mutuo que faço com minha própria empresa. A empresa está novamente voltando a investir e se tivermos que pegar empréstimos bancários hoje teríamos uma taxa (CET) por volta de 2% ao mês. Ou seja, acabaria sendo beneficiado indiretamente tmb.

Posso renovar esse contrato para próximo ano e se eu tivesse alguma "necessidade de uso imediato pessoal" poderia receber o capital de volta a qualquer instante.

Obrigado pelas informaçoes
Rodrigo


Ao efetuar as aplicações acima, quais objetivos vc prentendeu atingir? Vc investiu visando ganho de capital no curto ou médio prazo, ou visando um pé de meia para a aposentadoria?

Se vc for liquidar os investimentos em TD hoje, quanto vc pagará de IRPF sobre o valor corrente?

Depois de receber os recursos de volta, em um ano, o que vc pretende fazer com os mesmos?

Qual é a sua tolerância ao risco? Vc tem alguma parte do seu patrimônio em Renda Variável? 
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Após um 2017 "para esquecer", Verde Asset revela qual é a maior aposta do fundo para o começo de 2018
Enquanto o CDI rendeu 9,95%, a Verde obteve um desempenho de 5,25% - ou um desempenho de apenas 52,77% do CDI

SÃO PAULO - 2017 não foi um bom ano para a Verde Asset, de Luis Stuhlberger, um dos maiores gestores de fundos do mercado brasileiro. Enquanto o CDI rendeu 9,95%, a Verde obteve um desempenho de 5,25% - ou uma performance de 52,77% do CDI. Em dezembro, contudo, a performance foi acima do CDI: 0,62% ante 0,54%.
No último mês do ano, o Verde em dezembro teve ganhos na posição de bolsa brasileira, aumentada ao longo dos últimos meses e que se beneficiou da alta do mercado, assim como nas posições em ações globais, que também tiveram boa performance. "Os ganhos vieram ainda da posição de renda fixa, com a curva de juros real voltando a fechar ao longo do mês. As perdas, marginais, vieram da alocação em moedas", afirmam os gestores da Verde.

A Verde Asset traça um cenário sobre o que foi o final de 2017 e o início de 2018, marcando uma "renovada dose de otimismo nos mercados", refletindo em alta das bolsas pelo mundo e também no Brasil. "A aprovação do corte de impostos nos Estados Unidos representa um estímulo razoável para a lucratividade das empresas americanas, e num contexto de crescimento global saudável, isso continua a impulsionar as bolsas", afirmam. O Brasil se beneficia desse cenário, aponta a Verde, seja por uma dinâmica construtiva de fluxos, seja por tirar o foco do risco político-eleitoral.

Para os gestores, o mercado local parece concluir que não há riscos relevantes vindo das eleições. Contudo, reiteram, haverá mais volatilidade do que parece precificado. Porém, ela deverá ocorrer com mais força a partir do segundo trimestre deste ano.

Com esse ambiente desenhado, os gestores apontam qual é a classe de ativo que parece embutir (hoje) o maior prêmio de risco em relação à eleição: a curva de juros pré-fixados. "Dada uma Selic abaixo de 7%, vemos um prêmio significativo ao se aplicar juros na casa de 10 a 11% na curva de 2020 em diante. Por essa razão, preferimos as alocações em juros, tanto nominal quanto real, onde se concentra a maior posição do fundo", apontam. Eles também carregam exposição comprada em ações brasileiras em torno de 8,5%, além de manter uma pequena posição tática vendida em dólar contra real.

Essa visão está bem diferente da minha! Minha percepção é de que títulos do tesouro que eles estão recomendando (pré-fixados e NTN-B) são super arriscados no cenário atual.
Estou mantendo uns 15% - 20% em renda fixa (Selic) e o resto em renda variável.

Agora estou confuso.

Será que estão achando que no final de toda essa putaria (eleições e novo governo) as taxas de juros e inflação vão convergir pra um patamar mais civilizado?

Ou seja, estão apostando que o eleito vai resolver as contas públicas e com isso valorizar esses títulos?

345967  - guga10 -  10 Jan 2018, 16:20
Eles estão apostando em títulos de prazos mais curtos, acho que com vencimento entre 2020 e 2024. Esses títulos se levados até o vencimento vão garantir um rendimento bem razoável, considerando a Selic atual. Além disso, a tese deles é de que a inflação deve demorar a voltar com força em virtude do baixo uso da capacidade instalada, não sendo necessária a elevação da Selic tão cedo. 
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Professor, e demais foristas, bom dia!
Estou com uma dúvida no que diz respeito ao TD e FII.
Hoje minha alocação está da seguinte forma.

Ações = 12%

FII = 28%

TD = 9%

RF = 50%

Disp. = 1%



Minha aplicação no TD se deu praticamente toda em NTNB 2035, no período de 2015 e 2016 quando comprei com valores relativamente ótimos. Estou com uma boa valorização nestes.

Minha dúvida é se me desfaço da posição, ou continuo carregando.

Também tenho dúvidas quanto aos FII´s, comprados também basicamente nos períodos de preços bons, com reinvestimentos até meados do primeiro semestre.

Sei que tudo depende de meu objetivo, que na verdade é gerar fluxo de caixa futuro para aposentadoria (estou com 35 anos) e continuo aplicando mensalmente.

A tendência é que mantenha os FII´s, mas quanto ao TD estou em grande dúvida.

Aceito sugestões. 
eduardojose, DESCULPE-ME a INTERFERÊNCIA, mas na minha opinião a sua pergunta é muito generalizada, talvez se você especificasse melhor a questão, poderia receber uma resposta mais completa, daria mais respaldo para quem for lhe responder, por exemplo, você está comparando RF (TD) com RV (FII), o ideal seria comparar ativos do mesmo setor. Outra coisa, você não indicou quais ações e FIIs possue em carteira, se esse FIIs forem lastreados em PAPEL (CRI, LCI E LH) então nao fará muita diferença mudar para TD, por outro lado se forem FIIs de TIJOLO, lastreado em ativos reais, para mim o ideal é mantê-los, apesar da crise econômico estar aumentando a Tx. de vacância dos imoveis. Como você tem quase 60% em RF, me parece que você tem perfil CONSERVADOR, desta forma eu não lhe aconselharia ficar girando a carteira, continue investindo em TD, onde você tem menor exposição, não esquecendo de continuar aportando em FII, mas em menor escala, essa foi apenas uma sugestão, como diria o nobre Barbado: LEMBRE-SE QUE TUDO PODE DAR ESTUPIDAMENTE ERRADO!

De fato, devo ter pulado o seu post.

Se vc não precisar de grana para perseguir outro(s) objetivo(s), acho que vc deve manter pelo menos até que nitidamente a curva da taxa de juros inverta o sinal.

Em média, as suas NTNB35 principais devem estar rendendo aprox. 7% a.a. Dentro do cenário de renda fixa e "assemelhados" (FIIs), não sei se vc encontrará rendimentos semelhantes no curto/médio prazo, mesmo com o aumento das taxas de juros no mercado. Por outro lado, há a questão do imposto de renda. Se vc vender, parte importante do patrimônio em NTNBs vai para o governo. Em consequência, para compensar a mordida do Leão em seu capital atual, vc teria que encontrar ativos que rendam algo mais do que os 7% das NTNBs.

Acredito que haveria enormes possibilidades em ações mas, pelo jeito, vc não sente conforto em investir nesta classe de ativos. Como a sua posição em TD é relativamente pequena (9%), vc poderia trocar o TD por ações. Provavelmente, este impasse na reforma da previdência forneça uma boa oportuidade de entrada em bons ativos geradores de caixa.

Dependendo do tamanho da facada dos impostos, eu trocaria as NTNB 2035 por algo atrelado à Selic.

Se espera que a SELIC estabilize em 7% , então já devemos estar próximos da inflexão da curva de juros.

Preferiria um rendimento um pouco menor em troca da segurança de estar atrelado à SELIC.

Resumindo, na conjuntura atual vejo muito mais "downside" que "upside" nas NTNB.

Se houver uma "caganeira" no mercado, FIIs, ações e NTNB vão sofrer. Ai vc estaria com quase 60% em cash pra aproveitar as promoções. Acho que essa segurança compensa o menor rendimento e deixar de ganhar alguma valorização nas NTNB se suas taxas caíssem ainda mais.

Professor, as NTNB´s compradas estão rendendo aprox. 7,5% a.a.

De fato, a mordida do leão irá ser grande e só valeria a pena se fosse para colocar em algo que rendesse mais do que isso, e neste caso, teria que ser ações.

Porém, minha dúvida é justamente essa, tanto para manter ou não as NTNB´s, como para comprar ações, pelo cenário que encontraremos pelo frente em ano eleitoral.

O que tenho em renda fixa vence em meados do primeiro semestre de 2018 e devo realocar em bolsa uma parte, principalmente em ações.
[...]
Suponho q vc não pretenda carregar as NTNBs até o vencimento, pq seriam ainda 18 anos. A questão dos títulos pré ou de inflação, é q eles perdem valor na marcação a mercado qdo a curva de juros precifica o próximo ciclo de alta. Os títulos mais longos precificam também aumento das incertezas, sobretudo risco político. Repare como a NTN 2024 são menos voláteis q os de 35 e 50. De uma forma geral, o mercado precifica q 2024 dá pra empurrar com a barriga até o vencimento, os demais não. Considerando q o próximo ciclo quase certamente será de alta de juros e a próxima eleição só será decidida no segundo turno, acho q os títulos mais longos vão sacudir bastante no próximo ano. Por outro lado, se em 2019 o novo governo eleito for pró mercado, as taxas obtidas em 2018 (6 a 7% + ipca) deixarão saudades... quem as travou terá um treco raro nas mãos. 
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Citação: muadibgv - Post #341459 - 25/Ago/2017 19:53
Pinheiro,
Fiquei curioso. Os 45% de TD estão em qual tipo de título?
60% LFT21 e 23

20% NTNB

- 10% NTNB35

- 5% NTNB24

- 3% NTNB26

- 2% NTNB19

20% Préfixado

- 10% LTN23

- 7% NTNF25

- 2% NTNF23

O percentual total era um pouco menor, mas durante o ano fui realizando lucro (ex: BOVA11, WEGE3, CARD3, TOTS3, AGRO3, ENEV3, BBAS3, SEER3 / BBPO11 e SAAG11 ) e aumentando a RF. Fora que as NTNBs, NTNFs e LTNs da vida subiram absurdamente de 2016 para cá, o que acabou turbinando a carteira.

Mantenho uma parte considerável em LFT porque não tenho CDB, LCI, LCA ou nada do tipo, ou seja, acaba sendo minha reserva de liquidez, emergência e de vez em quando caixa eletrônico. Não tinha muito conhecimento em RF quando montei a carteira (nem uma prateleira de produtos adequados na minha corretora), se fosse fazer hoje certamente dividiria os recursos em alguns CDBs de bancos médios para conseguir taxas um pouco melhores.

A tendência atual é rifar esses 20% que estão em renda fixa pré e correr com eles para algo mais estável, antecipando a turbulência que deve vir em 2018. Esse papo de juros a 6-7% é muito bonito no papel, mas sinceramente só acredito vendo, quando os juros futuros caírem mais um pouco mais vou realizar e aguardar o novo fim do mundo quietinho nos pós fixados.

332617 - pinheiro87 - 18/Jan/2017 14:28
Rapaz, se tem uma coisa que RF é, é investimento. Tanto para preservação do principal, quanto para ganho de capital.

Nos últimos anos o mundo acabou e desacabou umas 3x, FIIs caíram 40% umas 2x (2014 e 2016), ações foram para perto de 2009 e a LFT continuou lá rendendo 12, 13, 14% todo ano. Na hora que a coisa aperta e que não dá pra rifar a carteira com 30-40-50-60% de prejuízo para aproveitar as promoções, a renda fixa tá lá firme e forte.

Isso sem mencionar que dá pra surfar a esquizofrenia dos juros futuros e garantir rendimentos ABSURDOS comprando NTNB e pré-fixados. Em 12 meses:

NTNF25: +45%

NTNB35: +58%

LTN21: +41%

Mas como todo ativo, tem que saber a hora certa de comprar. Ano passado em determinado momento tinha pré-fixado pagando 16-17% aa e todo mundo falando que não emprestava dinheiro pro governo (rs), que o Brasil ia quebrar, que ia vir calote via inflação, que o país ia virar Venezuela. Como sempre, é no desespero (dos outros) que fazemos os melhores negócios.

Por aqui cerca de 35% em RF, e olha que já vendi um bocado, mas o troço não para de subir.
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330461  - Tnl   -  25 Nov 2016, 22:02
Jonas, nao sei se foi pra mim... Mas vou palpitar: considero as NTN como renda variável pois tb variam de valor de face conforme inúmeras circunstâncias, a maior delas é o risco brasil e juros fut. falar disso pra mim nao é desgaste algum, digito pelo celular rapidão, perco mais tempo lendo, mas não ligo, tenho prazer. Resumindo comparando investimentos que tem uma certa correlação: FII X NTNB Fundo das NTN 8% + IPCA contra ag bancaria pagando 12%+ IPCA > spread 4%... Atualmente é de 2% a 3%. Ou seja os FII precisam de cair de 10 a 20% ou os TDs subirem de 10 a 20%. Isso é uma simples constatação, pode o futuro ser completamente diferente!? Claro q pode. Tem gente q nao pula de galho e galho eu eh feliz com isso. eu nao, procuro distorções e procuro lucros grandes, tlvz um dia canse disso, mas por enquanto nao. Um abraco e bora tomar uma e curtir o fds

Tô no mesmo barco, distorção entre valor e preço é caminho mais lucrativo que achei. Só acrescento: não me incomoda ficar sem fluxo de caixa de 1% a.m. por meses a fio e numa operação ter ganho de capital de 30%.

Se o povo tivesse paciência com a ações a mesma com renda fixa e FII talvez 2016 mudasse o patamar de vários investidores. 
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 Tesouro Direto

O Tesouro Direto, programa criado pelo governo federal, é uma ótima opção para quem quer um investimento que renda mais do que a poupança e que seja simples de usar.

Com investimentos a partir de R$ 30,00, é uma oportunidade de fazer seu investimento de curto prazo render e ter o benefício da liquidez diária e da segurança do Tesouro Nacional.

Existem títulos públicos com diferentes prazos de vencimento – basta escolher o que se encaixa no seu objetivo.

Só um cuidado aqui: se for para resgatar antes, prefira o Tesouro Selic, por ser o único título do Tesouro Direto em que você não corre o risco de perder dinheiro se resgatar antes do vencimento! 
Pessoal. Alguém aqui que invista em tesouro direto ou já investiu por meio de alguma casa que cobre custódia zero, sabem me dizer se realmente não existe nenhum outro custo além do IR e 0,3% da Bovespa?

Qual é o ganho então de uma corretora para custodiar esses títulos? Eles não pegam alguma "comissão" em cima da rentabilidade do título?
Eu invisto pela easynvest .. zero de custodia!
Ganho deles é ter o cliente com conta aberta la ... eu mesmo tirei uma parte do tesouro e to comprando acoes. Ponto pra eles 
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BOAS OPÇÕES DE INVESTIMENTOS DE RESGATE RÁPIDO

351501  - keep_calm  -  25 Jun 2018, 22:44
BOAS OPÇÕES DE INVESTIMENTOS DE RESGATE RÁPIDO

Quais são as melhores opções de investimento para resgate rápido?

Ou seja, quais são as aplicações que possuem prazos curtos de vencimento, mas que trazem bons rendimentos?

Listamos três exemplos para você.

LCI/LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) são boas opções no curto prazo porque unem uma boa rentabilidade em um prazo de vencimento normalmente de 3 a 24 meses.

Elas são emitidas por bancos, garantidas pelo FGC e sabe qual o melhor?

São isentas da cobrança do imposto de renda!

O investimento mínimo varia de instituição para instituição, mas, no geral, é possível investir nessas aplicações a partir de R$ 1.000,00.

CDB

É um dos investimentos mais populares por conter características que se encaixam no bolso da maioria dos investidores.

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) tem liquidez diária ou no vencimento, é garantido pelo FGC, tributado pelo imposto de renda e é possível investir a partir de R$ 1,00!

É uma ótima opção para quem não tem tanto dinheiro para investir e pode precisar a qualquer momento.


Qual montante de dinheiro voces acham viavel operar com tres, dois até um papel

Amigos, estou-me aposentando e com 400mil reais livres para investir e complementar a minha aposentadoria. Queria investir sempre salvaguardando o principal, indo la todo o mes sacar o rendimento. Ja invisto a muitos anos em acoes e FI Imobiliarios. Mas esta grana a minha esposa nao deixa eu entra no risco, RssssO que vcs me aconselhavam???ObrigadoPs preciso de sacar o rendimento mensalmente
159525 - sergio74 -  06 Dez 2012, 13:52
Se o pequeno investidor faz aportes mensais de seu salário, não vejo motivo para ficar preso em um número limitado de papéis. No meu caso, eu faço a compra de um papel que está oferecendo boa oportunidade naquele mês, seja ele já existente em carteira ou não. Só começo a frear quando a alocação está relativamente muito grande em um mesmo papel (ex: BBAS3 que está barata há muito tempo...), mas não vejo problemas em uma diversificação "exagerada" exceto pelas taxas de corretagem. Aliás, graças a este fórum dá para acompanhar uma quantidade muito maior de papéis sem perder muito tempo, assim dá para manter uma carteira grande sem perder a sanidade.

com 50 mil
recomendaria all-in em ações (maximo três)

Com 100 mil,
recomendaria 30%/FII e 70%/ações( maximo quatro)

com 500 mil,
recomendaria 40%/imóvel pra aluguel e 60%/ações (maximo seis)

com 1 milhão,
recomendaria 50%/imóveis/terrenos e 50%/ações (maximo oito)
Não acredito que renda fixa, tesouro ou previdência privada, renda mais que imóveis. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲




Imóvel

Pessoal,
Estou com uma oportunidade e queria saber se alguém teria como me ajudar a calcular quanto vale uma participação em um imóvel.

Tenho uma loja em um prédio pequeno e antigo, mas muito bem localizado e tem uma construtora que esta interessada no terreno para construir um prédio de altíssimo padrão. A ideia deles é comprar
todas as unidades e depois demolir o prédio. Algumas já foram adquiridas.

A construtora fez uma proposta para pagamento em dinheiro e outra para troca em participação. O valor em dinheiro esta muito abaixo do que vale, mas estou com dificuldade em como avaliar a troca.

Em termos de fração ideal, eles estão ofertando cerca de 8% a mais do que tenho atualmente (segundo os cálculos delesisso significa cerca de 20% a mais do que o pagamento em dinheiro a vista). Meu sentimento é que não vale o risco. Não tenho como saber quando o empreendimento ficaria pronto (estimo no mínimo +4 anos), nem qualqueroutro problema que possa acontecer. Eles estão argumentando que eu ganharia muito mais na valorização (que não tenho como estimar). Esta um prêmio muito baixo pelo meu risco.

Teria alguma forma de estimar quanto valeria o preço a vista vs uma troca por participação? Ou uma relação de troca? Um detalhe, na proposta atual eles não estão me oferecendo uma unidade inteira, mas apenas uma fração. As conversas ainda estão no começo.

Fico grato, se alguém puder me ajudar.
342754  - jpma1977 -  05 Out 2017, 22:30
salvei um contrato uma época e uma das cláusulas tinha isto (se é que servirá p/ algo):

CLÁUSULA TERCEIRA
A primeira permutante entregará os imóveis descritos na cláusula primeira, com área total de ......m2, mais ou menos ......m2 de potencial construtivo necessário para a aprovação do projeto do prédio. Em contrapartida, a primeira permutante receberá ....m2 de área total construída no mesmo local destes imóveis ou 14% (quatorze por cento) do total aprovado pela Prefeitura Municipal de Curitiba, o que for maior. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Imóvel, 
pra ganho no aluguel e na valorização.


FII

eu poria 100% em FII argumentando que o risco é baixo (talvez se possa usar expressões oratórias como 'inexistente'). Mas se voce não quer mesmo morder a língua, 75% ou mesmo 50%, com o resto em RF/poupança/fazer o quê.

156639 - mr Floyd  -  13 Nov 2012, 14:19
Ghfranco, ja ganhei bom dinheiro em FII mais precisamente em HGRE11 e FFCI11, neste momento so tenho HGRE11, mas acho que neste momento os fundos de uma maneira geral ja estao um pouco esticados.

156655 - Armageddon_BR -  13 Nov 2012, 15:01
Coloca em FII, diversifica entre varios fundos de FII e já era.

Nao acho uma boa comprar imovel diretamente, mesmo pq nao daria para comprar muitos e com imovel sempre corre o risco de ter que gastar com manutencao, ficar sem inquilino, etc.

156690 - ghfranco -  13 Nov 2012, 17:36
Entendo, Floyd, mas penso que estão esticados em relação ao passado - SELIC anterior. O próprio Small tem comprado alguns FIIs porque acredita que as promoções que vieram do mês passado para este talvez não fiquem por aí.

Penso que o raciocínio é o mesmo ao que se tem comentado em relação a ações aqui - muitas subiram 100% ou 1000% e não estão caras - não é a valorização em si que indica se o preço está esticado ou não, mas a comparação com outras formas de investimento.

Creio que o risco de investir em SELIC ou coisas fixas seja não vencer a inflação. Se não vencer a inflação, a rigor não se estará investindo, mas perdendo dinheiro. Tente mostrar à patroa o risco disso (a comida vai ficar mais cara e o rendimento do investido vai cada vez mais começar a não cobrir, além do mais, depois você vai ver e o principal já não é mais tanto como um dia foi, comparativamente). Os FIIs em geral te pagam aí 8% a. a. e serão corrigidos por inflação.

Agora, um imóvel físico, como o Alison sugeriu, também é uma alternativa, mas penso dificilmente você conseguirá o DY de um FII. E ainda vai ter toda a incomodação (não que FII não necessite de monitoramento, mas é outra coisa).


Ações

161840 - paulo_prof -  29 Dez 2012, 15:45
Uns e outros parecem não concordar quando afirmo que "medir" a rentabilidade virtual da carteira não passa de uma masturbação mental ... o que realmente interessa é o fluxo de caixa que a carteira propicia, incluindo lucros com eventuais mudanças de posição.

Vamos supor que um investidor B&H esteja all in em BGIP4. Suponha que estivesse com 40.000 ações em 30DEZ2011.

No dia 12ABR2012 este investidor recebeu R$ 140.584,64 em dividendos. No dia 09ABR iniciou um processo de compra de BGIP4 para "torrar" os dividendos que iria receber.

09ABR 200 @ 54,0000 = 10.800
10ABR 400 @ 54,3725 = 21.749
11ABR 500 @ 54,7840 = 27,392
12ABR 500 @ 55,2520 = 27,626
13ABR 300 @ 55,3340 = 16.600
16ABR 665 @ 54,7300 = 36.395

ficando com 42.565 ações na carteira.

No dia 29JUN2012 este investidor recebeu R$ 21.625,72 em JCP.
No dia 26JUN iniciou o processo de compra, mas só teve sucesso no dia 29:

29JUN 401 @ 53,9300 = 21.626

ficando com 42.966 ações na carteira.

No dia 03SET este investidor recebeu R$ 55.311,65 em dividendos.
O processo de compra de novas ações foi

29AGO 400 @ 52,1550 = 20.862
30AGO 650 @ 52,9700 = 34.431

ficando com 44.016 ações em carteira

Finalmente, no dia 11DEZ recebeu R$ 20.770,48 em JCP:

12DEZ 372 @ 55,7800 = 20.750

ficando com 44.388 ações em carteira.

O ganho real da carteira foi de 10,97% (o aumento de ações na carteira).

A cotação de fechamento, em 29DEZ2011 foi de R$ 49,38. A de 28DEZ2012, R$ 48,20, ou seja, uma desvalorização de 2,39%.

O valor virtual da carteira em 29DEZ2011, considerando a cotação de fechamento, era de R$ 1.975.200,00; em 28DEZ2012, também considerando a cotação de fechamento, o valor virtual da carteira é R$ 2.139.502,00, ou seja, uma valorização de 8,32%.

Será que estes 8,32% têm realmente algum significado prático? No meu modo de enxergar as coisas ... nenhum!!! Para mim, o que interessa mesmo é:

a) que a carteira aumentou 10,97%;
b) que a empresa que está por trás continua sólida, com lucros crescentes;
c) que a política de proventos da empresa permite esperar que, ao final de 2013, o tamanho da carteira seja aprox. 10% maior.

161841 - rnelias -  29 Dez 2012, 16:11
prof. o único inconveniente desta metodologia é conseguir fazer tal apuração para uma carteira que vive se modificando. Daí fica muito mais simples pensar simplesmente no valor da carteira do que nas cotas. Realmente não deixa de ser uma masturbação mental, afinal, aquele valor da carteira é virtual até que se venda tudo e se realize o lucro. No entanto, acaba fazendo bem ao ego e dá forças para continuar tentando fazer esse capital crescer ainda mais. Seja nas cotas ou no valor em si (já que um acaba puxando o outro).

Vou dar um "contra-exemplo" da complexidade de se medir isso (pelo menos para mim que não faço controle fino das transações).

No início do ano, o que recebi em dividendos de ELPL foi convertido em GRND (outra empresa). Depois disso ELPL desabou e GRND foi só alegria. Neste contexto, eu nem considero que ELPL tenha me dado prejuízo financeiro, afinal, foi um "hedge" sem querer que acabei fazendo. Na época eu nem atentei em quantificar isso, no entanto, não teria como afirmar a valorização em termos de cotas. Atualmente tenho o dobro de ELPL pois dobrei posição nos 13 Reais e GRND continua firme e forte na carteira.

Enfim, esse acompanhamento não é simples. Pelo menos para mim... rs

161850 - MuadibGV - 29 Dez 2012, 18:27
Embora admita que avaliar a carteira em cima de lucros/prejuízos não realizados com base em cotações de fechamento tem um "quê" de masturbatório, ainda assim acho que é a melhor medida porque o preço é o único parâmetro com o qual todos os agentes do mercado concordam.
No seu exemplo por exemplo qual o racional de se considerar o ganho de 10,97% no número de ações mas desconsiderar o decréscimo na cotação? Você poderia dizer que o valor patrimonial da ação se manteve ou até subiu, ou que o valor intrínseco da ação é o mesmo, mas ai entramos em avaliações individuais e subjetivas...

161853 - uqaz -  29 Dez 2012, 19:07
Embora admita que avaliar a carteira em cima de lucros/prejuízos não realizados com base em cotações de fechamento tem um "quê" de masturbatório, ainda assim acho que é a melhor medida porque o preço é o único parâmetro com o qual todos os agentes do mercado concordam.
No seu exemplo por exemplo qual o racional de se considerar o ganho de 10,97% no número de ações mas desconsiderar o decréscimo na cotação? Você poderia dizer que o valor patrimonial da ação se manteve ou até subiu, ou que o valor intrínseco da ação é o mesmo, mas ai entramos em avaliações individuais e subjetivas...

A graça não é ver se eu ganhei mais que vc. A graça é saber se venci a poupança ou a inflação (que afeta a mim, não à emepresa em si que repassa tduo para os clientes dela), por exemplo. Se não tiver vencido, tem alguma coisa errada com o meu método e preciso consertá-lo. Pra mim, é a principal motivação!

Mas entendo o paulo. Ocorre que concordo com ele qdo considera que a rentabilidade seria apurada apenas no momento da venda. Mas o que acontece é que simulamos este acontecimento!

Simulamos que uma caderneta de poupança foi comprada no dia 01/01 e vendida no dia 28/12. Eu uso um índice de 15% para IR do CDI, pq esse é o mínimo cobrado pelo Governo, para uma aplicação de no min 3 anos.

O problema é que jogo com o fato de que todas as minhas vendas sejam/serão isentas de IR. Me utilizo do pressuposto que a venda será sempre isenta, abaixo dos 20k/mês (menos no caso de FIIs e/ou caso não haja um bom prejuízo contábil).

O mesmo vale para fundos de investimento, com uma alíquota de 20%, obrigatória.

Uma vez vi ou li em algum lugar que a contabilidade é uma ciência subjetiva e altamente interpretativa. Penso o mesmo sobre a apuração de resultados.

Aí volto à questão:

a) que a carteira aumentou 10,97%;
E daí, isso é bom? Comparado a que isso é bom? À valorização virtual de um imóvel, por exemplo? Dá pra supor que um aumento de 10,97% tbm levaria a um aumento de 10,97% nos proventos? Não. E no caso de um imóvel!? rs

b) que a empresa que está por trás continua sólida, com lucros crescentes;
Isso sim é interessante, mas como relacionar isso aos 10,97%? Lembro que as construtoras safadas de uma hora pra outra, criativamente, mexeram na "solidez" da empresa. Nos videos que anexei há pouco, o apresentador mostra que solidez depende de confiança. E essas construtoras gozavam de muita confiança de fundões de investimento...

c) que a política de proventos da empresa permite esperar que, ao final de 2013, o tamanho da carteira seja aprox. 10% maior.
Contanto que não mexa com b. (como a ELPL mexeu rs), isso é ótimo, apenas.

Complicado isso amigos. Não acho justo considerar rendimentos brutos, pq as alíquotas de imposto podem variar, de acordo coma ocasião. Mas por outro lado não dá pra antever se gozaremos de isenções. Eu falo de tudo para isso...esse ano quase consegui...

161857 - rnelias -  29 Dez 2012, 20:01
Fiberman, isso é a realização de UM sonho (pontual) a partir de UMA realização de lucro (também pontual).

O ponto que o prof. e o Uqaz levantaram é o da "bola de neve". Como fazer a carteira se "retro-alimentar" para que ela cresça de forma consistente. A resposta simples seria: reinvestindo os dividendos (o nome mais genérico seria, reinvestindo seu fluxo de caixa). Que nada mais é que a lógica dos juros compostos (só que não da mesma forma matemática já que bolsa não é tão previsível quanto a fórmula dos juros compostos).

No caso exemplificado lá do dividendos. Bacana, realizou um sonho/desejo mas foi necessário arrancar um pedacinho da "bola de neve".

Mas realmente contabilidade é uma ciência nem um pouco exata. Ainda mais quando trazida para o universo da bolsa que permite inúmeras combinações de fatores.

161858 - rnelias -  29 Dez 2012, 20:04
Dois conceitos simples e que geram essa subjetividade na avaliação das carteiras:

Preço x patrimônio

Talvez, na minha humilde opinião, o correto seria ancorar tudo pelo valor patrimonial da empresa. Desta forma, se tenho 1000 papeis de uma empresa que está a 0.8 de seu VPA, projete seu preço para que empate o VPA e veja o quanto ela vale. Desta forma eu poderia afirmar que, se amanhã a empresa fosse vendida, eu realizaria exatamente o lucro de seu VPA (na prática não chega a ser isso, mas seria uma boa estimativa).

Repare que, neste caso, o PATRIMÔNIO corresponde a fração equivalente aos 1000 papéis. O PREÇO seria o que o mercado estaria pagando no momento do fechamento do pregão e o VALOR seria o VPA da empresa.

O contraditório dessa metodologia é que tem empresa que está acima de seu VPA. Entretanto, seria uma forma mais realista de ancorar o valor do que possuímos em carteira.

No caso dos FII's isso me parece mais fácil de ser aplicado...

161904 - paulo_prof -  30 Dez 2012, 14:08
Vou insistir ... o "valor" da carteira em determinado instante, é irrelevante ... a única coisa que realmente interessa é o fluxo de caixa ...

A menos que a carteira é constituída de ativos muito líquidos, vc já percebeu a dificuldade em se estimar o seu valor em determinado momento. O preço corrente de mercado de uma VALE5, PETR4, BBAS3 ou algo semelhante de fato, é a métrica mais adequada para uma medida. O preço de mercado pode, também, ser uma métrica adequada para medida de uma carteira que tenha 1 ou 2 lotes de BGIP4. Mas quando a concetração, na carteira, de ativos pouco líquidos é considerável e o tamanho desta carteira também é considerável, o preço de mercado não é uma métrica adequada para medida de valor.

Vc está certo em afirmar que, neste caso, cada cabeça será uma sentença. Mas é uma sentença cuja utilidade é discutível. Vc diz que quer comparar o resultado de sua carteira com a poupança, CDI, etc ... No exemplo das BGIP, o total recebido foi aprox. R$ 238 mil. O rendimento percentual da carteira de 40K BGIP4 vai depender do valor que se der a esta carteira em 29DEZ2011. Cada cabeça ... um percentual distinto. Mas este percentual não muda o valor efetivamente recebido, que é o que interessa.

Todos os seus "problemas" de avaliação (considero, ou não, os 15% de imposto sobre as vendas "virtuais" que ultrapassarem os 20k permitidos? como é que faço com ativos pouco líquidos? etc, etc.) decorrem de um exercício que denomino de masturbação mental ...

Acho muito mais "saudável" vc, no final do ano, traçar metas para o ano seguinte, em termos de:

a) proventos líquidos a receber;
b) ganhos de capital a realizar dentro do limite dos 20k;
c) ganhos de capital a realizar fora do limite dos 20k; e
d) aporte líquido à carteira.

Lá na frente, se de fato vc pretender viver um bom período dos rendimentos de sua carteira, o "valor" desta carteira num determinado momento não interessa. O que interessa é a sua capacidade de efetivamente prover o fluxo de caixa que vc necessita para pendurar as chuteiras ...

Suponha que em sua carteira vc tenha 5kg de ouro, como um "seguro" para eventuais tempos super difíceis do futuro. Tem algum sentido ficar precificando este ouro ao longo do tempo e se masturbar com a volatilidade dos preços? Talvez vc queira aumentar o seu "seguro" ao longo do tempo ... mas o seu seguro será medido em kilos de ouro e não nos R$ que estes kilos possam custar num determinado momento. A cotação do ouro disparou ... vou fazer uma viagem para a Disney ...; a cotação do ouro despencou ... vou consultar um psiquiatra ...; faz algum sentido ??...

Vc deve ser capaz de enxergar hoje, como deverá ser a sua carteira no futuro para que propicie o que vc necessita. E vc deverá traçar um caminho para que, no final do ano, vc esteja mais perto de seu objetivo do que estava no início. Ao longo da caminhada, a visão que vc terá da constituição desta carteira do futuro "mudará, assim como a estratégia para consegui-la sofrerá ajustes.

161911 - paulo_prof -  30 Dez 2012, 18:59
Citação: uqaz
Necessariamente, uma rentabilidade virtual alta em 2012 não significa um fluxo de caixa bom de fato. Mas indiretamente, uma rentabilidade virtual alta significa uma semente positiva para 2013, apenas. E é nisso que eu estou apostando, uma vez que os aportes em 2013 serão bem menores (estimo).
Será mesmo, uqaz, que a rentabilidade virtual constitui uma semente positiva para o futuro?

Na minha opinião, na fase de crescimento de uma carteira de investimentos, o risco deve ser maior do que na fase da "perpetuidade". Mas o risco deve ser "dirigido" para gerar fluxo de caixa. É o fluxo de caixa aportado de volta à carteira que efetivamente a faz crescer ... a tal bola de neve.

De pouco adianta, por exemplo, ter investido em SHOW3 em 2011, ter saboreado a valorização meteórica e depois sofrer a decepção da derrocada, e ficar estático, sentado em cima. Ou a empresa foi um affair de momento e, portanto, o lucro deveria ter sido realizado, ou se de fato a empresa é para B&H, o no. de ações deveria ter sido aumentado. Se a SHOW3 é considerada uma empresa bem administrada e com um futuro promissor, o que determina o seu poder de produção de fluxo de caixa futuro é o no. de ações na carteira, e não o seu valor em determinado momento. Para quem acredita no potencial da empresa, a derrocada deveria ter sido entendida como uma benção dos céus ... e a oportunidade deveria ter sido aproveitada.

O objetivo relativo ao ativo com o qual vc decidiu "casar" (em princípio por toda a eternidade) deve ser o de aumentar o número de ações. Para este objetivo, quanto menor o valor da ação, melhor!!!

Ações em carteira cujos preços "explodem" são ótimas para ... "a realização de lucro", objetivando gerar caixa para aplicações em ativos promissores mais baratos ...



Ouro

Alguém investe em ouro como seguro? Se sim fazem escritural ou físico. Não acham que o escritural porta os mesmos risco de um investimento comum, por estar atrelado a uma instituição bancária?
339292  - ispholambra   -  13 Jun 2017, 15:33
O negocio é o ouro fisico... mas dai tem um custo alto de custodia...e no final das contas o custodiante em geral será um banco... que pode sumir com o seu ouro se quebrar... kkkkkkkkk
Mas eu nao invisto em ouro... aqui nesse espaço quem certamente podera opinar melhor sobre o assunto são o Uqaz e o Professor Paulo...
Realmente as noticias que vem do exterior nao sao nada animadoras... poderemos ter um crash de altas proporcoes novamente...
Quem viver verá...

um post que pode vir a te ajudar
http://gatinhainvestidora.blogspot.com.br/2017/06/... 
                                                                                           ▲                                                                      ▲


173484 - edbmsev -  17 Mar 2013, 15:47
Citação: WILSONDAATIVA
Citação: samudutra
Citação: uqaz
Citação: WILSONDAATIVA
Uquaz
Recebeu resposta do Banco do ouro
eu não
Mandei sexta-feira de manhã. Vamos esperar uma semana.
Lembro que pedi um login para o fórum do infomoney...demorou 1,5 mês pra me liberarem.

Cuidado onde vcs estão colocando o vosso dinheiro!
Abrir conta por internet, em banco fora do pais (mesmo dentro), sei não!!
Também acho isso ,
Jamais abriria conta assim , minha vertente mineira é bem desconfiada ...

É só para ver o que dizem,
Temos fundos em BDRs açoes americanas , aqui no Bradescão mesmo.
Ouro ,é bom ter na gaveta , somente para admirar .
Segue link com informações sobre investimento em ouro.

A meu ver, ter ouro físico em casa não é uma boa ideia (além da questão da segurança, tem que pagar uma taxa salgada para comprovar o grau de pureza na hora da venda). Para quem deseja investir no ativo, a melhor forma é o escritural.
173498 - uqaz  -  17 Mar 2013, 18:20
Samu, se eu te dissesse que o banco é sediado em kingston, vc ficaria mais desesperado?

Só mandei algumas perguntas sobre custos pra eles...

Mas estou chegando à conclusão de que o custo vai me fazer optar pelo ouro físico. Além de ser mais vantajoso possuí-lo neh.

a. O spread do ouro físico é 8,5% compra ou venda;

b. O spread do banco de ouro é:

- Taxa de transferência internacional (wire transfer) limitado a R$ 10.000 com custo de R$ 125 (western union. Tenho que ver no meu banco qto eles cobram. No BB é uns 2,5% se não me engano). Isso dá uns 1,25% a 2,50%;

- Perda na conversão do R$ para o US$. Não quero nem saber qual é o tipo de dolar que vão usar, de qq forma estimo uma perda de no minimo 5% em relação ao dolar comercial;

- Perda na conversão do dolar pro ouro de uns 3%.
Estou achando que a.) sempre é melhor que b.)

173499 - uqaz  -  17 Mar 2013, 18:26
ed, estou querendo ter um mínimo caso de uma hora pra outra o dolar for pra cucuia. E ele vai, só não sei se verei isso rs.

Vamos ver se o spread do BB é justo. Qto ao grau de pureza, isso é mole. É só não romper o lacre da embalagem do ouro.

173501 - paulo_prof -  17 Mar 2013, 19:46
considere o seguinte:

a) uma troy ounce = 31,1035 g

b) na 6a. feira, o preço médio do ouro spot negociado na bolsa de NY foi (fonte Kitco) USD 1.594,95/ounce = USD 51,28/grama

c) na mesma 6a. feira, o preço médio do contrato à vista de 250g na BM&F foi de R$ 100,80/grama

Em conseqüência, a taxa efetiva de câmbio praticada pelo mercado de ouro na BM&F, na 6a. feira, foi de R$ 1,97/USD

A taxa de corretagem máxima praticada no mercado sobre as operações de compra e venda é de 0,40% (este é/era o valor no Bradesco). A taxa "normal" de uma verdadeira corretora costuma ser de 0,25%.

Os emolumentos são de aprox. USD 0,57/contrato de 250g

A taxa de custódia, para o ouro custodiado na própria BM&F é de 0,07% do valor médio diário ao mês, ou seja, aprox. 0,84% do valor médio de sua posição ao ano.

Sinceramente, acho que não há nada mais "barato" do que comprar e manter o seu ouro na BM&F.

A qualquer momento vc pode requisitar (mediante o pagamento de uma taxa de seguro) a entrega do ouro físico. Uma vez em suas mãos, vc só conseguirá vender o seu ouro na BM&F através de um fundidor credenciado. Ele irá atestar o grau de pureza e peso de seu ouro. O custo gira em torno de uns 2-2,5%.

173504 - paulo_prof -  17 Mar 2013, 20:53
Uns 20 anos atrás eu comprava ouro físico diretamente de uma fundidora. Quando precisava vender, invariavelmente era para dentistas, os quais me davam uma cotação muito melhor do que aquela do fundidor. Para não ter problemas na venda, entretanto, na época as barras eram de 10g e 25g. Vender barras de 250g ou 1kg era super complicado!

Não tenho a mínima idéia de como estão as coisas hoje. Nem sei se o ouro continua sendo utilizado em obturações/próteses como naquela época.

Naquela época, o spread era aprox. o mesmo do câmbio paralelo, mais um percentual para supostamente cobrir os custos da fundidora. Em conseqüência, o spread numa barrinha de 10g era bem maior do que aquele numa barra de 1kg.

173506 - uqaz -  17 Mar 2013, 21:31
Informações de ouro!
Aqui, nos comentários:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1075

não há tantas informações como aquelas que vc colocou aí acima!

Só complemento o seguinte. Parece que vc só pode tirar o ouro pessoalmente e apenas em São paulo. E é como vc falou, uma vez fora da bolsa o ouro perde o lacre. E achei bem baixo esse custo de "atestamento" do grau de pureza. Por que então esse spread assassino com o ouro físico?

Amanhã msm vou fazer algumas contas com as condições que vc postou. Vlw msm, saí do escuro. Não gostei de 0,07% do valor médio diário ao mês. Quer dizer, vou sendo descontado todo mês de uma eventual subida. Vou comparar essas condições que vc colocou com o spread insano de 9% (compra/venda do ouro físico). Quero ver como esse pedágio mensal se comporta, afinal pretendo manter pro longuíssimo prazo (nunca fiz isso!)

Estranho um valor de 0,57 USD para um contrato de R$ 25.000... é isso msm?

173526 - paulo_prof -  18 Mar 2013, 00:37
O valor é este mesmo ... suspeito que a BMF espera lucrar com a custódia ... em conseqüência, deve mesmo minimizar os emolumentos.

O que vc considera "spread"?

Acho que o fato de (em princípio) o ouro ser negociado compatível com a taxa de câmbio paralelo nada tem de estranho. Por que deveria ser diferente? Se vc pretende comprar ouro no exterior, vc terá que pagar em dólares. Para ter os dólares vc terá que pagar a taxa de câmbio paralelo, não?

Em conseqüência, o que vc denomina de spread do ouro físico para manter em casa deveria ser aquele percentual adicional além do spread entre o PTAX e a taxa de câmbio paralelo. Eu andei acompanhando a "taxa efetiva de câmbio praticada pelos negócios de ouro na BM&F durante mais de um ano e verifiquei que há uma certa variação em torno da taxa do paralelo, para mais ou para menos. Na 6a. feira, por exemplo, a taxa efetiva focou abaixo da taxa do paralelo. Ou, alternativamente, se vc assumir que a taxa deveria ser a do paralelo, o ouro na 6a. feira foi negociado a um preço médio menor do que lá fora!

Se vc comprar ouro físico para guardar em casa em pequena quantidade, vc sempre vai pagar um spread maior do que aquele do dólar paralelo, especialmente se vc adquirir cartões, porque o custo de manufatura está incluído. Mesmo quando barras estão em consideração, é evidente que a cotação do grama terá que ser maior para pequenas quantidades (barra de 10g) do que grandes quantidades (barra de 250g).

O que vc deve considerar como spread é o eventual acréscimo de preço em relação ao preço praticado na BM&F e não ao preço spot em NY transformado em reais pelo cambio comercial.

Nada há realmente que impeça vc comprar barras de 250g na BM&F e depois vender em lotes de 10g. Ocorre que como vc não é do ramo, a operação de transformar e certificar 1 barra de 250g em 25 barras de 10g vai custar mais do que a diferença de preço que vc conseguirá ao vender as barras de 10g.

173527 - uqaz -  18 Mar 2013, 00:44
Citação: rnelias
Citação: uqaz
Paulo, sabe se eu poderia comprar OZ1D (250g) e depois vender OZ2D (10g), parceladamente?
Deu pra entender o que quero com isso? rs
não seria equivalente a comprar um lote de ações e vender no fracionário?

Sim. O ouro tbm pode ser isentado com vendas abaixo de 20k/mês. Como um lote de OZ1D custa 25k, só seria possível isentar 80% de 1 OZ1D, ou 20 OZD2.


O problema eh q poucas corretoras trabalham com OZD2. Amanhã vou entrar em contato com a minha. Estou propenso a mudar de corretora (a minha cobra 16,90 - caro - por ordem, mas sem custódia).

173529 - paulo_prof -  18 Mar 2013, 00:46
Sim ... mas não da forma como eventualmente vc pensa ...



Se vc comprou e liquidou um contrato OZ1D, vc efetivamente recebe 1 barra de ouro de 250g. Se a sua custódia é na BM&V, este ouro fica a "ponto de bala" para vc poder vender 1 contrato OZ1D quando lhe aprouver. Para vc ter o direito de vender 25 contratos OZ2D, vc necessita dispor de 25 barras certificadas e 10g. Ou seja, antes que vc possa vender contratos OZ2D vc terá que fundir a sua barra de 250g para produzir as barras de 10g. Estimo que o custo para fazer isto deve girar em torno de uns 3-3,5%.

173568 - uqaz -  18 Mar 2013, 13:47
Li em algum lugar que a BM&F é o único lugar que permite retirar ouro físico no mundo (fora os bullions). Acho que existem prós e contras. Assim como vc, rnelias, eu achava que o ouro fosse como uma ação, que pudesse ser fracionada sem problemas. Ocorre que o ouro é um bem físico e não virtual como uma ação.

O bom disto é que o ouro é de verdade. Num caso de insanidade no mercado aquele contrato OZ1D que vc tem é seu. O receio de se comprar ouro escritural é justo esse: se eu quiser retirar meu ouro enquanto todos o querem, conseguirei?

Na BM&F parece que sim, já na gringolândia acho que n.

173662 - uqaz -  18 Mar 2013, 22:57
Hoje fui a uma loja da ourominas aqui no Rio.

Aqui dá pra ver que dá pra comprar a 109,xx/g pela internet:
http://www.omgrupo.com.br/

Ocorre que, pessoalmente, consegui chorar uma compra em R$ 106/g, e diferentemente do que o paulo profetizou, é o mesmo preço para barras de 10g ou 250g. Percebi que o camarada seguia o ouro spot internacional (dolar comercial x ounce-troy em US$), não o ouro da BM&F. No site, se eu comprar a R$106/g devo vender a 95,00/g de volta pra eles. Ou seja, perco uma grana danada.

Pois bem, tive a idéia de ir amanhã ao Centro do Rio, ir em alguns joalheiros... Segundo minhas contas, uma venda a partir de R$ 99/g - tendo comprado a 106/g - equivaleria/seria melhor que o contrato OZ1D/OZ2D.

E ainda teria a posse física do ouro.

Dado que o ouro está em uns R$102/g (hoje, mercado internacional) acho que consigo. Mas estou bastante curioso pra ver a qto eles compram. É jogo pros joalheiros comprarem de mim, em tese...ao invés de comprarem da ouro minas a 106/g ou 109/g.

E eu duvido que os pequenos tem acesso direto à mina

173665 - rnelias -  18 Mar 2013, 23:17
E a certificação do que você está comprando/vendendo? Acredito que, nos meios formais (bancos, corretoras, etc...), ninguém te comprará ouro sem um atestado de pureza, que certamente tem um custo. Senão seria "fácil" para algum gatuno comprar ouro no varejo, "batiza-lo" numa fundição e vende-lo depois. Em outras palavras, neste "ixpreadi" (sou carioca) de compra/venda ainda tem a perda com essa certificação.



Ahora, se for vender no mercado informal, até aqueles papagaios que ficam com placas do tipo "compro ouro" servem. Daí o cara deve ter alguma "macumba" para aferir a pureza do que está comprando (mas devem pagar preço de fome também...)

173668 - uqaz  -  18 Mar 2013, 23:25
Segundo o vendedor da ourominas, as barrinhas vêm com um certificado e lacre. É ouro 999, 24k.

Já tenho uma idéia da diferença na compra com a "realidade" (106/102,2 = ~4%)

Estou curioso pra ver o qto esses camaradas com a placa vão dar pelo grama. Bem ou mal eles devem respeitar estes lacres e o nome Ourominas.

Estou muito curioso!

O contrato OZ1 fechou hoje a R$ 102,30 na BM&F, quando a onça troy estava aprox. USD 1.605, o que corresponde a USD 51,60/g. Em conseqüência, a taxa de câmbio efetiva que foi praticada no fechamento da BM&F foi de aprox. 1 USD = R$ 1,9825

Na minha opinião, esta é uma taxa muito boa para o comprador, porque está sensivelmemnte abaixo da taxa do dolar paralelo (está inclusive abaixo do PTAX de fechamento hoje).

O contrato OZ2 fechou a R$ 100,10 hoje.

Por sinal, uqaz, qual é o grai de pureza da barra da Ourominas? No passado não era ouro 999,9 ... era "só" 999, o qual, se não estou enganado, não satisfaz os requisitos para ser negociado BM&F. 
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Renda Fixa

RF para mim não é investimento, mas um cofre onde estoco munição. Em certo momentos fico com quase nada lá. Torro tudo em ações, como fiz em 2008 e mais de leve em fev/16. Ou seja, minha renda fixa é variável. rs

E minha alocação fixa de recursos também é variável. Ela fica fixa dentro de determinados períodos. Atualmente, por exemplo, RF está em 12% de target e a cada um ou dois meses eu subirei 1%. Rebalanceio com aportes, sem retirar recursos de outras partes da carteira. A ideia é ir aumentando o estoque de munição para promoções vindouras que sequer sei quando virão. Essa atitude é meio que uma consequência natural da falta de opções realmente interessantes em ações e FIIs. Nessa situações, fico satisfeito em ir colocando meio porcentinho da pinga aqui, meio acolá, outro porcentinho ali, e assim por diante.

Se eu não estivesse ainda em fase de acumulação, talvez estivesse torrando essa grana em viagens e mimos para mim e para a família. Aí entramos em outra coisa relativa a esse assunto. Idade do investidor, fase, nível de risco aceitável, etc.
É, parece que estou na contra mão da galera! Sempre estive majoritáriamente em Rf, foi o que me "salvou " e até tive bons ganhos na crise de 2008, foi o que me possibilitou ter um bom PM nos FIIS nessas quedas, foi o que me possibilitou comprar ações em janeiro 16.É claro que se tivesse trocado tudo no momento exato estaria rico, mas um bom colchão de RF , te tira de apuros de 40 , 50 %de quedas. Continuo 65%RF e 35%RV após vendas recentes , mas sempre observando e procurando a hora e onde transformar a RF em RV. Abs a todos
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Simulações

Dias atras, fiz uma simulação para um colega de trabalho. Mantendo um prazo de 35 anos e um objetivo de acumular 2,1 milhões, partindo do 0, alterei a rentabilidade para calcular o aporte mensal necessario.
Com uma rentabilidade de 12% a.a., o aporte mensal necessário foi de 440 reais. Com uma rentabilidade de 7% a.a., o aporte mensal necessário foi de 1220 reais. E com uma rentabilidade de 16% a.a., o aporte necessário foi de 156 reais. Pra quem eh jovem, e tem tempo, eh besteira ficar correndo muito risco. Pra quem já está dobrando a curva para o lado de lá (40 anos, meu caso), se ja tiver algum patrimônio acumulado não precisa correr muito risco. Agora, pra quem nada tem, e já dobrou o cabo da Boa Esperança, o trabalho eh um pouco mais árduo, mas não impossível.
sempre que fazer um calculo desse tipo, deve-se fazer uma das 2 consideraçoes:

ou coloca uma taxa de juro REAL, ou considera a inflação (que dá no mesmo, né). senão a conta fica muito errada. afinal, quem tem 12.aa de ganho real? nem Warren Buffet deve ter...

mas o cerne da mensagem ta corretissimo. é fazer os juros trabalharem juntamente com o tempo!

im, você está certo. Eu considerei apenas a rentabilidade nominal para ilustrar mais facilmente para o meu colega. Com juros reais, o buraco eh mais embaixo. Mas as minhas considerações feitas foram para ilustrar que, desde que se tenha tempo, não é preciso economizar uma quantia tão grande do salário a ponto de se auto sacrificar demais, e por outro lado, também não eh preciso correr muito risco. A máxima de se economizar 10% do salário eh uma boa métrica, com uma rentabilidade media de 12-16%. O problema eh que quase ninguém guarda esses 10% e dos poucos que conseguem, a maioria aplica na poupança, com rentabilidade de 6% a.a. Aí, desanima qualquer cristão.

Eu ainda estou esperando alguem perguntar porque 2,1 milhões e nao 2,0 .......

Rsrs...Boa...
O colega para quem fiz a simulação havia lido um artigo que dizia que o 1% das pessoas mais ricas do mundo, tinham um patrimônio mínimo de 700 mil dólares.
Considerei uma relação aproximada de 1 dólar : 3 reais pra fazer a simulação. 
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Boa noite ilustres,
Uma perguntinha para quem entende: quanto pagaria hoje, em termos percentuais, uma aplicação que pagasse 90% do CDI?
Fridao, 12,45% a.a. aproximadamente (se a Selic permanecesse constante em 14%aa). Mas como o viés para a Selic eh de baixa, e supondo que a Selic vá caindo gradualmente, e atinja uns 11,5% a.a lá em outubro de 2017, uma aplicação que renda 90% do cdi deve ter um rendimento total, no periodo, de aproximadamente 11%.

329601 - fridao - 08/Nov/2016 02:28
Seguida me oferecem...hoje foi 94% do CDI por um ano...não é muito minha praia, mas não custa estudar as ofertas...

329625  - Jorge Tomaz - 08 Nov 2016, 18:15
estou procurando um local para colocar recursos que estão em LCI. Já deveria ter feito isso. A idéia era colocar em tesouro direto pré, assim que as taxas começaram a ficar menores. Mas, trabalha aqui, deixa pra amanhã ali e nada foi feito.....
A XP me ofereceu um fundo (deles claro) que ESTARIA “carregado” de título pré e vai andar muito bem durante um bom tempo. Como vi que é um multimercado com taxa de performance, solicitei a carteira do fundo, pagar tx adm e performance tem que ser bem justificado, mas não me enviaram. No site da CVM não tem os títulos especificados. Na XP me informaram que fundos com menos de seis meses não tem a carteira divulgada. Enfim, se trata do XP MACRO FIM. Tirei do site da CVM as cinco maiores posições em títulos:
50,37%
14,82%
7,71%
6,57%
6,41%
Total: 85,88% do PL.
O total de títulos do fundo é de 91,83% do PL em títulos públicos. Se realmente foram comprados por ABR/MAI16, acho que pegaram taxas excelentes. Não tenho o histórico por aqui. Enfim, ainda não avaliei se vale, a vantagem seria a liquidez. A rentabilidade do fundo até o momento é a seguinte (CDI):

ABR16.......326,67%
MAI16.......124,32%
JUN16.......131,90%
AGO16.....202,70%
SET16.......114,05%
OUT16…….112,61%.
Quando falei que as taxas levam muito do rendimento a “assessora” me informou que esses rendimentos estariam livres das taxas. Não sei se é verdade. Achei estranho. Bom, ela tá fazendo a parte dela, vender XP. Temos que fazer a nossa, avaliar se vale a pena?

Em tempo: será que esses caras vão tentar melhorar o rendimento do fundo ou vão deitar na rede ganhando tx de performance até acabar o estoque de títulos pré? 
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ETF

Pessoal, Alguem tem/opera/conhece como funciona o IVVB11? Abs
329636  - Ronimendes -  08 Nov 2016, 21:18
Pelo q eu saiba, eh um ETF que investe no SP500. Sofre influencia do cambio. Entao: Se SP500 cair e dolar cair....ferro Se SP500 cair e dolar subir...tem que ver qual caiu mais. Se SP500 subir e dolar cair...tem que ver qual caiu mais... Se sp500 subir e dolar subir...alegria total...melhor dos mundos... No meu entendimento, eh um instrumento de hedge da carteira... Se dolar recuar pra uns 2,80-2,70, e Djair dar um derretidinha, comeco a ver com bons olhos. Tenho a impressao de que pela socopa da pra operar sem ser IQ. Mas nunca tentei. Abracos a todos e boa.semana. Pedrosousa>>>>obrigado pelos avisas. 
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Hedge
326021  - Tnl  -  16 Ago 2016, 00:03
Sei nao.. Acho q acoes ainda podem subir mais! Descobri uma operacao estruturada no itau q to pensando em usar como hedge. Ela funciona assim: Se o ibov subir ate 25% ou cair ate 30% vc ganha a variaçao mais IPCA, prazo de 1 ano. Caso dentro desse prazo o ibov varia acima dessa faixa vc ganha so o IPCA. Alguem conhece esse tipo de investimento? Acharam interessante? Acho q cair mais de 30% seria dificil a menos q a dilma voltasse mas to achando pouco provável. Se subir mais de 25% não me preocuparia pq estou pensando em Fazer uma carteira agora e se subir mto ganharia. O lance é me proteger de uma perda ate 30%. Alguem opina por favor. Desde ja agradeco.

Dúvidas dos Foruns do Small Caps

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Aluguel de Ações (Aluguel Modo Automático, Aluguel FII e FIP e Como Alugar Ações, Consulta de Taxa de Aluguel)
Análise Fundamentalista X Análise Técnica
Aplicações
(Rentabilidades, TD, Boas Opções de Investimentos de Resgate Rápido
Qual montante de dinheiro voces acham viavel operar com tres, dois até um papel)
Aplicação em Small Caps
Comprar e Manter
Compra e Venda de Ações
Contratos negociados na BMF
Controle do Portfólio de Ações (gaugeinvest https://planilhadeacoes.blogspot.com.br/, Google Planilhas, bussoladoinvestidor, osardinha, Planilha do Capa, Sistema de Cotas)

(Agora, Banif, BB, Bradesco, CEF, Clean, Easynvest, iConta no Itau, Mirae, Modal[Vantagens], Mycap, Petra,

Rico/Octo [Problemas com valores de corretagem - TED/OB BB/Negociação final 11b, Corretagem Zero para FII),

Daytrade
Diversificação Setorial
Imposto de Renda:
(Links, Imóvel, FII [Amortização de FIIs, Declarando Prejuízo em FII, Lucro na venda de XPOM11 onde declarar, Declarando FII, Declarando Anos Anteriores], Ações [Declarando Prejuízo em Ações, Dinheiro em conta na corretora, Pagamento de DARF atrasado, Restituição de Capital, Daytrade, Declaração na Virada do Mês/Ano, Declaração de JCP/Dividendos, Cobrança de Imposto de Anos Anteriores, Como declarar rendimentos declarados e não pagos no Informe de Rendimentos, Declaração de Subscrição, Declaração de Operação acima de R$ 20 mil, Preço Médio, Limite para Pagamento de DARF, Declaração das Operações abaixo dos R$ 20 mil, Como Recorrer para Receita, Declaração de Ações Isentas, Data de negociação X Data de Liquidação, Fusão de duas empresas])
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